Já estão à venda os novos cartões-postais Resende de ORo

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

'Um minuto de barulho por Joelmir Beting'



Jornalista, comentarista de economia e política do Grupo Bandeirantes, Joelmir Beting morreu na madrugada desta quinta-feira (29) à 0h55, em São Paulo. Ele sofreu um acidente vascular encefálico hemorrágico no domingo, considerado "irreversível". A notícia foi confirmada pelo filho Mauro Beting no Twitter, que escreveu: "Um minuto de barulho por Joelmir Beting."

O jornalista de 75 anos estava internado desde 22 de outubro por causa de complicações renais, resultantes de uma doença autoimune. O quadro se agravou após o acidente vascular hemorrágico, que o deixou em coma e respirando com ajuda de aparelhos.

Em texto publicado no blog do diário Lance!, Mauro homenageou o pai, dizendo ter tomado conhecimento da notícia à 1h15. "A ausência dele não tem nome. Como jamais saberei escrever o que ele é", relatou o filho. Ele estava trabalhando na Rádio Bandeirantes quando recebeu a notícia e a veiculou ao vivo.

“Eu acho que eu aprendi com ele a ter prazer por trabalhar e trabalhar sempre”, falou Mauro. “Alguém tinha que dar essa notícia e eu achei que devia ser eu”.

Para saber tudo sobre a excepcional carreira de Joelmir Beting, entre aqui.

Editado e publicado com muito pesar no Resende Afora.

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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Enganado de novo?


Do Blog do Noblat

Por esperteza e sensatez, Lula aguarda em silêncio o fim do julgamento do mensalão. Deveria se sentir obrigado a comentá-lo mais tarde.

Não é possível que nada tenha a dizer sobre a condenação daquele a quem chamou um dia de "o capitão do time" - José Dirceu. E sobre o pedido de desculpas que ele próprio apresentou aos brasileiros quando se disse traído e apunhalado pelas costas.

Admite que o Supremo identificou os traidores? Se responder que não é porque sabe quem o traiu.

Que tal aproveitar a ocasião e explicar o que o levou a avalizar para cargos importantes do governo nomes indicados por Rosemary de Noronha, secretária de Dirceu durante mais de 10 anos?

Ao herdar Rosemary, Lula a promoveu a chefe de gabinete da presidência da República no escritório de São Paulo. Sempre que viajava ao exterior, Rosemary o acompanhava.

Pois bem: na semana passada, a Polícia Federal prendeu seis pessoas e indiciou mais 12, acusadas de fraudarem pareceres em agências e órgãos federais.

Acusada de corrupção ativa, Rosemary faz parte do grupo, e mais dois irmãos que ela empregou no governo. A nomeação de um deles foi recusada duas vezes pelo Senado em dezembro de 2009.

Lula forçou a mão e no ano seguinte a nomeação foi votada pela terceira vez. Finalmente saiu.

Por que tanto empenho para atender um pedido de Rosemary? Enganado de novo, Lula? Sei.

Seja pelo menos original. Não fale em traição. Nem em apunhalamento pelas costas.

Para ler o texto completo, entre aqui.

Editado e publicado no Resende Afora.

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sábado, 24 de novembro de 2012

Versão brasileira


Publicado no Resende Afora.

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Mensalão: cadeia só em 2014

Ilimar Franco, no Blog do Noblat

Ministros do STF projetam para a primeira semana de dezembro, ali pelos dias cinco ou seis, o encerramento do julgamento do mensalão. Depois disso, abre-se um prazo para a publicação do acórdão (são 60 dias sem contar o recesso) e dos recursos dos advogados.

Isso significa dizer que o capítulo final do mensalão, com os condenados sendo de fato algemados e presos, está longe de ocorrer. A previsão feita por um dos ministros é que os condenados só vão para trás das grades em 2014, coincidentemente, em mais um ano de eleições.

O julgamento do mensalão tucano, que tem como réu o deputado Eduardo Azeredo (MG), será no segundo semestre de 2013.

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quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Rock ao cair da tarde

Foto feita hoje às 19:40

Mariano é suíço/italiano, está no Brasil desde 2006, fala português fluente quase sem sotaque e está curtindo uma temporada em Penedo.

Lá, costuma se apresentar no Pequena Suécia, tradicional reduto do blues e do jazz no sopé da Mantiqueira. Mas me confessou hoje que gosta mesmo é de tocar na rua, onde tem a chance de conhecer pessoas de todos os tipos.

Sorte nossa, resendenses, que podemos ouvi-lo de graça (se bem que uma gorjeta é sempre bem-vinda) na Ponte Velha, sobre o rio Paraíba do Sul, enquanto o sol se esconde atrás do Maciço do Itatiaia.

O repertório de hoje incluiu Led Zeppelin, Santana, Creedence, Oasis, Dire Straits e Beatles, tudo executado com maestria pelo grande Mariano.

Semana que vem, tem show no Pequena Suécia, para o qual, aliás, já estou convidado. Assim que souber de mais detalhes (dia, hora, preços, etc), informo aqui no RA.

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Meu ex-colega Joaquim

Joaquim Barbosa em 1973 no time da Gráfica do Senado

Acabo de ler na Folha que o grande Joaquim Barbosa ingressou na Universidade de Brasília em 1975, mesmo ano que eu também entrei. Embora em cursos diferentes - ele fazendo Direito e eu Economia - frequentamos a mesma ala sul do "Minhocão", reservada à área de Humanas.

Depois de tanto tempo, não me lembro de de tê-lo visto algum dia, mas certamente nos cruzamos várias vezes nos corredores do Minhocão (prédio comprido da UnB onde ficam as salas de aula), na Biblioteca ou no Bandejão. Afinal, a vida universitária demandava tempo quase integral no campus.

Sem falar que as disciplinas comuns nos primeiros semestres indicam uma grande possibilidade de termos sido colegas de classe. Quem sabe não fizemos juntos "Introdução ao Direito, à Administração ou à Economia"?

Tempo que passou, muita água que rolou por baixo da Ponte Velha, e não é que meu ex-colega de universidade acabou se tornando presidente do Supremo Tribunal Federal?

Caso o acaso tivesse nos aproximado naqueles tempos de entradas e bandeiras, estaria hoje - quem sabe? - novamente em Brasília assistindo à posse do amigo ilustre e supremo.

Alheio a toda essa história, sempre gostei do ministro que teve o topete - mesmo sem o ter - de relatar a condenação da turma mensaleira do Zé Dirceu, o próprio inclusive (e principalmente).

Agora, ciente da nossa proximidade em bancos escolares, tenho o maior orgulho de pensar que já fui, um dia, colega do Joaquim.

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terça-feira, 20 de novembro de 2012

BBC elege Senna o maior piloto de todos os tempos


Do UOL Esporte

Desde o começo deste ano, o site da emissora britânica BBC tem listado os 20 maiores pilotos de Fórmula 1 de todos os tempos. A série começou em março, com Jochen Rindt, e teve os brasileiros Nelson Piquet e Emerson Fittipaldi em 16º e 17º, respectivamente. O especial chegou a fim nesta terça-feira, com o número 1: Ayrton Senna.

O brasileiro tricampeão superou Juan Manuel Fangio, segundo colocado da lista, e Jim Clark, terceiro. Michael Schumacher ficou em quarto, e Alain Prost em quinto. Coube ao redator-chefe de Fórmula 1 da BBC, Andrew Benson, traçar um perfil de Ayrton Senna e justificar a sua escolha como o maior de todos os tempos, sem esquecer de citar os mistérios da personalidade do piloto e a sua intrigante coragem de buscar sempre o limite.

O perfil enumera as principais passagens da carreira do piloto, como quando venceu no Brasil apenas com a sexta marcha. “Provavelmente, nenhum piloto na história da Fórmula 1 se dedicou tanto ao esporte”, diz o texto.

A rivalidade com Alain Prost também ganha destaque, além da batida proposital no Japão que o rendeu o título de 1990, um ano depois de ter se sentido prejudicado por uma decisão do presidente da FIA, Jean-Marie Ballestre, que deu o título ao francês.

“Ele tinha a boa aparência de um herói romântico, um carisma que poderia aquietar qualquer recinto, a eloquência de um poeta e a espiritualidade com a qual milhões puderam se identificar. Seus olhos escuros eram janelas de uma alma complexa e volátil”, resumiu o artigo.

Na lista dos 20 maiores pilotos de Fórmula 1 de todos os tempos, o atual campeão Sebastian Vettel aparece em 8º lugar, Fernando Alonso em 10º, Lewis Hamilton em 15º e os brasileiros Nelson Piquet e Emerson Fittipaldi em 16º e 17º lugares, respectivamente.

Para ler a matéria completa, entre aqui.

Para ver a página da BBC, clique aqui.

Editado e publicado no Resende Afora.

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domingo, 18 de novembro de 2012

Imagens de sábado no domingo






Fotos feitas ontem entre 18:56 e 19:17

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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Já à venda...

Na Revistaria Agulhas Negras e na Livraria Nobel do Resende Shopping

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Parabéns, imenso Paulinho da Viola!

Foto O Globo/Arte de ORo

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Os 80 anos de Jaguar e Sempé

No último sábado (10), dois dos principais jornais brasileiros publicaram grandes matérias sobre dois importantes cartunistas que completaram 80 anos em 2012, o brasileiro Jaguar e o francês Sempé.

Na Folha de S.Paulo, Jaguar revelou que parou de beber para tratar um câncer de fígado e uma cirrose avançada. Para enganar o vício, ele agora toma cerveja sem álcool, enquanto desenha os seus cartuns.

Em O Globo, Sempé diz que não é mais a mesma pessoa depois de sofrer, recentemente, um AVC. Não pode mais andar de bicicleta e, para driblar o vício do tabaco, fuma um e-cig (cigarro eletrônico) enquanto também desenha seus cartuns.

As semelhanças entre essas duas matérias, publicadas no mesmo dia, não poderiam passar em branco. Por isso, o RA homenageia os dois artistas resumindo, abaixo, suas revelações em duas postagens seguidas.

Publicado no Resende Afora.

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A cerveja sem álcool de Jaguar


Da Folha de S.Paulo

Pouco depois de completar 80 anos, em fevereiro, Sérgio Jaguaribe, o popular Jaguar, recebeu a notícia: ao fim de seis décadas tendo bebido o equivalente a "uma piscina olímpica" de álcool, seu fígado sucumbira à uma cirrose avançada, acompanhada de câncer.

Ou operava e parava de beber para sempre ou morreria.

"Eu tinha tanto orgulho do meu fígado, me senti hepaticamente corneado", diz o cartunista, tão célebre pelo humor implacável quanto por sua paixão por um boteco e um trago - não por acaso, um de seus livros chama-se "Confesso que Bebi - Memórias de um Amnésico Alcoólico" (Record, R$ 29,90, 160 págs.).

Jaguar recebeu a Folha no apartamento em que vive com sua mulher, a médica Célia Pierantoni, no Leblon, sentado ao redor de uma mesa que comprou para o boteco que nunca abriu. Nas paredes, desenhos feitos por ele e por vários colegas famosos.

Recusando-se a ser chamado de "senhor", falou sobre sua nova rotina sem o álcool, seus planos e suas histórias, sempre com a verve afiada que usa tanto para falar de si mesmo quanto dos outros.

Ao fim das mais de duas horas de conversa abaixo resumidas, fez apenas um pedido: ser fotografado com um copo de cerveja - sem álcool - na mão. "Senão o pessoal não me reconhece."


Fotos de Daniel Marenco/Folhapress

Como vai a vida sem álcool?
Estou fazendo experiências, drinques para abstêmios. Faço um Bloody Mary com o suco de tomate temperado com tabasco, limão, pimenta em pó. E cerveja sem álcool. Porque, ao contrário de muita gente, eu gosto da cerveja pelo sabor. Para ficar de porre, eu tomava coisas mais expressivas.

Foi uma adaptação difícil?
Como dizia Dostoiévski, e o Zé Keti também, o homem se acostuma com tudo. Eu bebia porque gostava de ficar bêbado. O grande problema é que eu posso beber o quanto quiser que não fico bêbado.

Fiz uns cálculos: a quantidade de cerveja que bebi nos últimos 50 anos dá para encher um carro-pipa. Bebi quase uma piscina olímpica. Entre cinco e dez cervejas por dia. Fora Steinhäger, cachaça, tudo que você pode imaginar.

Eu me sinto corneado pelo meu fígado. Eu tinha um orgulho dele, rapaz. Eu não tenho sinais de cirrose, mas a redundância magnética [risos] me entregou. Eu sou o pé na cova com o aspecto mais saudável que eu conheço.

E como é sua rotina de trabalho atualmente?
Eu trabalho no máximo até as 11h, e o mínimo possível. Faço só o estritamente necessário: uma charge às segundas, uma às quintas, uma piada sobre botecos para o "Boteco do Jaguar". Agora que estou proibido de beber, vou fazer um livro sobre coquetéis, com historinhas e uma seleção desses desenhos que eu faço e que saem num suplemento de "O Dia".

Eu estava pensando em escrever uma autobiografia, mas o Ruy Castro me disse: "Não, eu vou escrever, já está tudo na minha cabeça". Minha autobiografia escrita por ele vai ficar muito melhor.

Desenhar é algo que consome muito tempo para você?
Não. Desenho rápido, não faço esboço. E não sei desenhar. Aqui no Brasil, qualquer pessoa que faz alguma coisa por mais de dez anos, mesmo não sabendo, é considerada boa. Quando mostrei meus desenhos pela primeira vez ao Millôr, ele falou: "Pô, o seu desenho é péssimo".

E como um desenhista ruim influenciou tanta gente?
Vendo esses meninos de hoje, sinceramente, não me vejo numa lista de 20 (melhores) cartunistas. Tem o André Dahmer, o Laerte, o Angeli, aquele Adão, que não sei por que cortou o sobrenome. O Sieber. Eles são inteligentíssimos. Eu ainda consigo entender todos eles.

Para ler a matéria completa, entre aqui.

Editado e publicado no Resende Afora.

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O cigarro eletrônico de Sempé


De O Globo

A enorme mesa de trabalho do desenhista francês Jean-Jacques Sempé está colocada de frente para uma invejável tela panorâmica formada por telhados disformes, onde sobressai ao longe, no alto de uma colina, a diminuta e alva imagem da basílica Sacré Cœur.

Sentado diante de seu belvedere privado, o olhar distante na paisagem, Sempé — a solitária assinatura que se tornou mundialmente conhecida — revela, porém, com certa nostalgia:

— Não são os telhados de Paris que eu acho interessantes. Eu gosto muito de ver as pessoas. Os ônibus, os carros, as pessoas, gosto disso. Daqui de cima não vejo nada. Vivo aqui há uns oito, nove anos, e antes morava na praça Saint Sulpice, no primeiro andar. De lá eu enxergava as pessoas.

Aos 80 anos, completados em 17 de agosto, seus movimentos e sua fala desaceleraram devido a um acidente vascular cerebral (AVC) recente. Sua produção criativa, embora mais lenta, não cessou, mas o imprevisto alterou sua relação com o mundo.

— Fiquei furioso com isso. Mudou minha vida. Antes eu era bastante autônomo. Andava todo o tempo de bicicleta, mas desde o acidente não posso mais. Não sou a mesma pessoa. É muito estranho não ser a mesma pessoa — diz.


Em sua mesa de tampo inclinado repleta de imensas folhas brancas, circundada por penas e tintas de todas as cores, repousa um trabalho inacabado, previsto para ilustrar mais uma capa da "New Yorker". A obra retrata uma recepção num jardim, com dezenas de convivas aglomerados, representados nas mais variadas situações corriqueiras de um evento social, com o característico e apurado humor do desenhista.

— Comecei este desenho há quatro ou cinco anos, e de vez em quando voltava a trabalhar nele. Achei-o novamente na semana passada, e vou tentar continuá-lo. Não sei ainda o que estou fazendo. Aos poucos dou um toque aqui e ali. O que você acha? Você gosta? Dá para ver que isso aqui em volta são árvores? — indaga, como se fosse um artista inseguro e iniciante.

O cigarro é onipresente entre os dedos de suas mãos direita ou esquerda, levado à boca em tragadas intermitentes. Mas, apesar da fumaça, nota-se depois de um certo tempo que o tabaco nunca apaga e não emite cheiro. Trata-se, na realidade, de um e-cig, um cigarro eletrônico.

— Foi um médico que me recomendou: "Experimente isso e você verá". É ridículo. Você nunca fumou? Não tem nada a ver com o cigarro normal. Há os mesmos gestos, isto ajuda. Mas é completamente ridículo — diz, rindo.

Para ler a matéria completa, entre aqui.

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domingo, 11 de novembro de 2012

Crise obriga 'El País' a demitir e cortar salários

Da Folha de S.Paulo

O jornal espanhol El País publicou neste domingo um longo texto afirmando, entre outras coisas, que os cortes de salários e pessoal que implementará em breve não comprometerão sua independência editorial. "O 'El País' tem sido, desde o início, uma obra coletiva, com lideranças e orientações bem definidas. Assim vai continuar sendo, apesar da dureza e dificuldade dos tempos correntes."

No texto, o jornal culpa a crise econômica e as quedas na publicidade e na circulação pelo fato de que lucrará € 200 milhões a menos do que em 2007, apesar de os custos operacionais e o número de empregados terem permanecido estáveis. Afirma que os cortes serão "dolorosos", mas que as demissões na Redação ficarão em 129, e não 149, como fora anunciado anteriormente, o que equivaleria a um terço do quadro de funcionários.

"Pela primeira vez em sua história, o 'El País' anunciou perdas, e as previsões do setor para o ano que vem seguem sendo mais que preocupantes", afirma. "Diários de referência em todo o mundo, como o 'New York Times', o 'Monde' e o 'Guardian', experimentam idênticas tendências e têm sofrido cortes salariais e de pessoal similares aos anunciados pelo 'País'."

Editado e publicado no Resende Afora.

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Último dia de trabalho na expansão do Resende Shopping











Fotos feitas anteontem, dia 9, entre 15:55 e 17:42

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sábado, 10 de novembro de 2012

Outro Dias Toffoli no Supremo?

Por enquanto, é apenas boato, mas preocupa: o jornalista Ruy Fabiano, colunista do Blog do Noblat, ouviu dizer que a próxima nomeação para o STF, na vaga do ministro Ayres Britto, que se aposenta semana que vem, já estaria reservada para um "companheiro", que lá cumpriria missão partidária.

"Fala-se no advogado Beto Vasconcelos, de 35 anos, que exerceu o ofício por apenas três anos e cuja maior credencial seria a de ser filho de um ex-companheiro de luta armada da presidente.

Beto pode até ser um gênio, mas não preenche o quesito de 'notório saber jurídico', até porque, até aqui, ninguém o notou, dentro ou fora da comunidade jurídica. Notório saber não é uma abstração: implica reconhecimento público, um caminho já percorrido. Não é notoriamente o caso."

Para ler a coluna completa, entre aqui.

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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Resende de ORo na expansão do Resende Shopping












Fotos feitas nos dias 6 e 8 de novembro

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Microsoft no Rio de Janeiro

Do Huffington Post

A Microsoft divulgou que está investindo US$ 100 milhões em um centro tecnológico na capital carioca.

O novo centro abrigará um avançado laboratório de tecnologia voltado para a pesquisa e o desenvolvimento do buscador Bing, e também uma incubadora de negócios para promover o nascimento de empresas locais.

O lugar escolhido para a instalação da Microsoft é um prédio abandonado do antigo Gasômetro, na zona portuária, próximo ao Terminal Rodoviário Novo Rio.

Traduzido, editado e publicado no Resende Afora.

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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Saindo do forno... Parte 2


Impressão dos painéis para exposição no Resende Shopping

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Imagem campeã

A foto abaixo, feita no dia 15 de agosto em Dubuque (Iowa) e reproduzida ontem com a legenda "Mais quatro anos", já é a imagem mais tuitada e também a mais curtida na história do Facebook.

A autora da foto é Scout Tufankjian, fotógrafa irlandesa que acompanha Obama desde 2006 e tem um livro publicado sobre sua campanha à presidência dos Estados Unidos.

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E, além de tudo, é negro...


Trecho da coluna de Luis Fernando Veríssimo, em O Globo

Nenhum dos ataques e contra-ataques entre os candidatos, numa das campanhas eleitorais mais violentas da história americana, tocou no assunto raça, a não ser em alusões veladas, mas só o contraste entre a brancura iogurte do Romney e a cor do Baraca já é uma declaração política.

Contam que o Stevie Wonder, depois de ouvir elogios a ele e a Ray Charles, que teriam vencido na vida apesar de cegos, teria dito: “E o Ray Charles, além de tudo, é negro.”

Tudo que a direita vitriólica americana chamou o Baraca nestes últimos quatro anos — muçulmano dissimulado, maldito socialista etc. — poderia terminar com a frase implícita: e, além de tudo, é negro.

Não preciso dizer que ontem passei o dia torcendo por mais quatro anos para o Barack Obama.

Para ler o texto integral, entre aqui.

Editado e publicado no Resende Afora.

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Mais quatro anos para o grande Obama


Reeleito ontem com uma diferença mínima de votos em relação ao oponente Mitt Romney, Barack Obama tem mais um mandato para reerguer a economia americana, retirar seus soldados do Afeganistão, não intervir militarmente nem no Irã, nem na Síria e nem em qualquer país sob qualquer pretexto e, finalmente, acabar com a exigência de visto obrigatório para a entrada de brasileiros nos Estados Unidos.

Publicado com enorme alívio no Resende Afora.

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domingo, 4 de novembro de 2012

A cidade e a tempestade


Impressionante capa da New York Magazine com foto de Iwan Baan feita na noite de quarta-feira passada, um dia depois da chegada de Sandy (a tempestade!) em Nova York.

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sábado, 3 de novembro de 2012

As luzes da expansão

Foto feita ontem às 18:26

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quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Imagem de quinta

Foto feita às 17:38

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