Já estão à venda os novos cartões-postais Resende de ORo

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Imagens de quinta


O dia hoje começou assim...


e terminou assim...


e assim...

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De jornais e jornalistas

Matéria do Estadão

De acordo com o relatório preparado pela Associação Mundial de Jornais, apenas 45,3 em cada mil brasileiros compravam jornais diariamente, em 2005. Os japoneses eram os campeões de leitura, com 633,7 leitores de jornais em cada mil habitantes. Em segundo lugar, vêm os noruegueses, com 626,3 compradores por mil habitantes; e, em terceiro, os finlandeses, com 518,4 por mil. Ingleses (348) e alemães (305) estão mais bem posicionados que os americanos (249,9). Mas o Brasil fica ainda devendo para os vizinhos mexicanos (148,4) e argentinos (94,2).

Matéria do Comunique-se

Um estudo da Universidade de Ball State, no Estado de Indiana, nos Estados Unidos, apontou que 74,5% dos jornalistas com menos de 34 anos estão decididos (31%) ou pensando (43,5%) em deixar a profissão.

Os números da falta de motivação entre os jovens superam a média dos entrevistados: 25,7% dos jornalistas pensam em deixar a profissão, enquanto 36,2% disseram-se em dúvida quanto à carreira.

Entre os motivos da desistência estão os baixos salários, a longa jornada de trabalho e o estresse.

Os jornalistas que deixarão a profissão não vão, necessariamente, abandonar a indústria da mídia, diz a pesquisa. Alguns serão free-lancers, outros pensam no setor de Relações Públicas. Entre outras opções está buscar uma carreira acadêmica e cursar outra área de estudo.

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quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Imagem de quarta


Mais uma tarde chuvosa...

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Juiz prejudica o Resende no primeiro tempo

Terminou agora há pouco o primeiro tempo do jogo entre Resende e Vasco, no estádio de São Januário. O resultado, 3x1 para o Vasco, foi determinado pela má atuação do juíz João Batista de Arruda, que marcou um pênalti inexistente (permitindo o primeiro gol do Vasco) e expulsou injustamente o jogador Fabiano, do Resende. Como prêmio de consolação, um golaço do atacante resendense Hiroshi. Com um jogador a menos e dois gols de desvantagem, vai ficar difícil para o Resende impedir uma goleada até o final do jogo. Vamos ver!

Update do RA: É, não deu outra. Mesmo fazendo um segundo tempo melhor do que o primeiro e marcando mais um gol (de Alê, que substituiu Hiroshi), o Resende terminou o jogo perdendo de 5x2 para o Vasco. Diante das circunstâncias, acho que ficou de bom tamanho. Agora, vamos enfrentar o Cabofriense na casa - por sinal, belíssima! - do adversário.

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Resende enfrenta o Vasco em São Januário


O experiente zagueiro Márcio Costa

Do Globoesporte.com

Resende e Vasco fazem nesta quarta-feira, às 21h45m, em São Januário, um duelo de equipes que lutam para embalar no Campeonato Carioca e espantar a desconfiança. Os vascaínos, em segundo lugar do Grupo B com seis pontos, vêm de uma vitória sobre o Mesquita por 3 a 0, e o time sul-fluminense, em sexto, com três pontos, venceu na última rodada o Madureira, por 1 a 0.

O Vasco aposta na manutenção da equipe que venceu o Mesquita para embalar no Carioca. A única dúvida era a possível escalação de Xavier na zaga, no lugar de Luizão, mas o jogador ainda não tem condição física para retornar ao time. Novamente, a esperança de gols cai sobre os ombros dos garotos Alan Kardec e Alex Teixeira, que formam a dupla de ataque.

O volante Beto, um dos mais experientes do grupo, espera mais uma vitória para a equipe ganhar confiança de vez na competição.

- Os pequenos estão dificultando, mas o time do Vasco está começando a mostrar a sua cara. Temos que melhorar as finalizações. Tendo as oportunidades e fazendo os gols, vamos ter mais tranqüilidade para seguir nosso trabalho - diz.

Roy tem problemas no Resende

Motivado após a primeira vitória no campeonato, sobre o Madureira, O Resende espera repetir a boa atuação e surpreender o adversário. Apesar de saber que tem uma dura tarefa pela frente, e de alguns problemas para escalar o time, o técnico Antônio Carlos Roy está confiante em uma vitória.

- Acredito que, se o time tiver essa postura diante do Vasco e repetir a boa atuação, poderá surpreender o adversário. A tarefa é difícil, mas não impossível. Até porque, na primeira rodada da competição, o Vasco não conseguiu conter o Madureira e perdeu em casa. Estamos com alguns problemas para essa partida, mas nada que tire a nossa confiança. Estou dependendo do departamento médico para escalar a equipe titular e vou esperar até minutos antes do jogo. Fabiano e Jack Jone são dois jogadores que vêm treinando no time e farão falta caso não possam jogar - diz.

Estádio: São Januário, no Rio de Janeiro.
Transmissão: Rede Globo e canal Premiere.
Tempo Real: O Globoesporte.com acompanha o jogo em Tempo Real a partir das 21h25m.

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Primeiras cenas de 'Shine a Light'






Do Portal G1

Martin Scorsese dirigiu um documentário sobre a última turnê dos Rolling Stones. Nas fotos acima (da Agência Reuters), Mick Jagger canta com Christina Aguilera e Jack White, da banda White Stripes. "Shine a Light" vai abrir o Festival de Berlim - que começa no dia 7 de fevereiro - e disputar o Urso de Ouro.

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Empresa identifica 6 mil sites infectados a cada dia

Do Portal G1

Um relatório divulgado pela empresa de segurança Sophos indica que, diariamente, ela identifica 6 mil sites infectados – um a cada 14 segundos. Segundo a companhia, 83% dessas páginas pertencem a empresas ou indivíduos inocentes, que desconhecem o uso de suas páginas por parte de pessoas mal-intencionadas.

Piratas virtuais utilizam sites vulneráveis para espalhar códigos maliciosos. Assim, quando um usuário visita essa página, pode instalar involuntariamente em seu computador uma praga que invade o computador para roubar dados pessoais, por exemplo. Essas informações, muitas vezes sigilosas, são utilizadas com freqüência na aplicação de golpes financeiros.

Para potencializar os golpes, explica a Sophos, os piratas enviam spams (e-mails não-solicitados) aos internautas, sugerindo uma visita às páginas infectadas. Esse tipo de golpe é conhecido como phishing scam e pode ser evitado se o internauta não seguir as instruções de e-mails enviados por desconhecidos.

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'Crash' vai virar seriado de TV



Do UOL Cinema

"Crash - No Limite", o drama de teor racial premiado com o Oscar de melhor filme em 2005, chegará à televisão ainda este ano sob a forma de um seriado criado para o canal a cabo Starz.

O diretor, co-roteirista e produtor do filme, Paul Haggis, vai chefiar a equipe criativa do seriado, sendo produtor executivo, ao lado de Don Cheadle, que atuou em "Crash" e dividiu o crédito de produtor do filme.

O executivo de programação da Starz, Stephan Shelanski, disse que existe "forte possibilidade" de Cheadle retomar seu papel do investigador policial no seriado "Crash", que, segundo ele, vai basicamente retomar a história do ponto em que o filme a deixou.

As filmagens do seriado vão começar nesta primavera americana, e a expectativa é que sua estréia aconteça ainda em agosto deste ano, segundo Shelanski. O canal a cabo Premium, que pertence à Liberty Media Corp., de John Malone, encomendou 13 episódios de uma hora de duração, só para começar.

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terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Imagem de terça


Chove, chove, chove...

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Sinal de TV digital chega hoje ao Rio

Do Comunique-se

Uma cerimônia no Centro Cultural dos Correios marcará hoje a consignação dos canais de TV digital para a cidade do Rio de Janeiro. SBT, TV Bandeirantes, TV Brasil, Globo e Rede TV! estão entre as emissoras que poderão veicular suas programações em sinal digital. O ministro das Comunicações, Hélio Costa, vai assinar a consignação às 15 horas.

Segundo o cronograma feito pelo ministério, o Rio, Salvador, Brasília, Belo Horizonte e Fortaleza passam a operar no novo sistema até julho que vem. As emissoras farão a transmissão simultânea nos sistemas analógico e digital até junho de 2016, quando o analógico será desativado.

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segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Tarde de domingo em Penedo
























Grande Otacílio!

Parabéns pelas fotos. Em 6 anos de Café, estas são as melhores imagens do "Finlandês". Gostamos paca!! "Bão dimais, Sô!!"

Obrigado,

Roberto e Janete

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domingo, 27 de janeiro de 2008

‘Suvaco’ esbanja energia e animação

Com esse título, o Portal G1 informa que foliões lotaram as ruas do Jardim Botânico hoje cedo para o desfile do bloco ‘Suvaco de Cristo’, que se estendeu por toda tarde, apesar de ter completado o percurso por volta das 14h. E para ilustrar tão alegre, animada e energética matéria, o portal global publicou a seguinte foto:


Pergunta do RA: Pode uma coisa dessa?

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Maconha em 'máquina de refrigerantes'

Do Portal G1

A empresa californiana Herbal Nutrition Center vai oferecer, a partir desta segunda (28), um dos serviços farmacêuticos mais inusitados do mundo. Pacientes que têm receita médica para usar maconha contra certas doenças poderão adquirir a erva numa "máquina de refrigerantes" especial, criada pela empresa. A informação é da rede de TV americana CBS.

Médicos de Los Angeles e das demais cidades da Califórnia já podem receitar maconha para o tratamento de problemas como a dor crônica ou a falta de apetite comum entre doentes de Aids ou pacientes com câncer que fazem quimioterapia. As "máquinas de maconha", contudo, não ficarão expostas na rua, informa a direção do Herbal Nutrition Center.

Para ter acesso ao aparelho, o paciente terá, em primeiro lugar, de fazer uma compra durante o expediente normal e ter suas impressões digitais registradas no sistema da empresa. Depois, em horários alternativos, irá usar o dedo como identificador, e um cartão magnético especial onde estará registrada a sua dosagem e o dinheiro que gastará na compra.

Outros remédios, como antidepressivos e Viagra, poderão ser vendidos na máquina também.

Pitaco do RA: Aí, mermão! Os californianos são muito doidos, aí... Imagina uma máquina dessas no Rio de Janeiro! Uhhuuuu, ia bombar geral, aí...

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Bagunça pode ser a chave do sucesso



Se sua resolução para 2008 foi ser mais organizado, pense novamente. Autores de 'Uma Bagunça Perfeita' garantem: desordem leva a soluções criativas.

Do Portal G1

Uma mesa cheia de papéis, uma sala bagunçada e gavetas desorganizadas. Tudo o que o mundo corporativo hoje classifica como negativo e tenta consertar com a ajuda de consultores e gestores da informação, o jornalista David H. Freedman e o professor Eric Abrahamson vêem como uma oportunidade de sucesso. E até escreveram um livro defendendo a tese.

Trata-se de "Uma bagunça perfeita" (Editora Rocco), que chega às livrarias brasileiras um ano depois do lançamento nos EUA. Na obra, os autores defendem que misturar materiais, recursos e pessoas, economizando em processos organizacionais, pode ser uma forma de gerar novas idéias e também de evitar gastos desnecessários.

Professor de Administração na Universidade de Columbia, Abrahamson teve a idéia de escrever sobre o tema ao olhar para o próprio escritório de pernas para o ar.

Junto com o jornalista Freedman – que já colaborou com publicações como "New York Times" e "Newsweek" –, ele tenta provar que a bagunça pode ser a chave para o êxito profissional e empresarial. "Regras e procedimentos que acabam impedindo que os negócios sejam fechados", diz Abrahamson.

Além disso, ele afirma que a bagunça tem uma beleza que a organização não tem: "Eu prefiro a obra de Frank Gehry (arquiteto canadense conhecido por desenhar prédios como o Museu Guggenheim, na Espanha, em esboços a esmo em pedaços de papel) à arquitetura russa da era comunista, que era muito organizada."

G1: Uma das teses do livro é que organização demais pode prejudicar a criatividade dos negócios, fazer com que as pessoas percam oportunidades.
Eric Abrahamson - Existe a organização do tempo, que cria uma venda para oportunidades que aparecem ao longo do dia. Alguém com uma agenda flexível pode dividir o tempo entre atividades interessantes e desinteressantes, passando cinco minutos em reuniões estimulantes e atendendo longamente alguém desconhecido, mas com boas idéias. Isso pode ser feito no nível pessoal e também por empresas. É possível aproveitar as boas oportunidades que a improvisação apresenta.
David Freedman - É muito simples pensar que quanto mais organizado, melhor. Entretanto, as organizações, há um nível de bagunça otimizada. Mas, como bagunça é bagunça, não dá para classificar desorganização e colocar em uma planilha, porque isso simplesmente vai contra todo o conceito.

G1 - Isso pode ser elevado à economia mundial? Existem países que poderiam se beneficiar de um pouco mais de desorganização?
Eric Abrahamson - Eu trabalho em uma organização teuto-suíça e pensar de forma criativa, fora dos padrões, é extremamente difícil para eles. Essa empresa, que não é tão grande assim, tem mais de 8 mil regras e procedimentos que acabam impedindo que os negócios sejam fechados. Em alemão, não existe no dicionário uma palavra que defina bagunça, existe apenas falta de ordem. O conceito de bagunça simplesmente não existe.
David Freedman - Depende de como se define o sucesso. Se produzir mercadorias de alta qualidade for sua medida, então países muito bem organizados, como a Alemanha e o Japão, são bem-sucedidos. Agora, se a definição for de o quanto felizes as pessoas são, de paz, então esses dois países vão para o fundo da lista.

G1 - Vocês defendem também que, geralmente, os custos de organização não são levados em conta pelas empresas.
Eric Abrahamson - Se organização fosse de graça, tudo bem. Além disso, há um grande número de erros antes de essa organização ser atingida. É comum pessoas contratarem "personal organizers" para colocar sua vida em ordem e empresas gastarem em consultoria para se reestruturarem. Mas isso tem que ser colocado na ponta do lápis. Para mim, se eu gasto US$ 6 mil para me organizar, eu tenho que ver o retorno disso. Além disso, a bagunça pode ser linda. Eu prefiro a obra de Frank Gehry (arquiteto canadense conhecido por desenhar prédios como o Museu Guggenheim, na Espanha, em esboços a esmo em pedaços de papel) à arquitetura russa da era comunista, que era muito organizada.
David Freedman - Por exemplo, vale a pena gastar um monte de tempo arrumando a casa, em vez de fazer outras coisas? É uma pergunta que muita gente não faz. Organização demais impede que as pessoas formem novas conexões, pensem de outro jeito, usem materiais que não estão acostumadas. A bagunça pode ser a raiz da inovação, da descoberta e da mudança útil. Pode também não ser, mas a organização muitas vezes mata a possibilidade (de mudança).

G1 - Vocês usam a Al Qaeda como uma organização de sucesso que é completamente desorganizada. Existem outros exemplos?
Eric Abrahamson - A Al Qaeda funciona porque é uma bagunça. Se fosse uma burocracia, simplesmente desapareceria. As pessoas na Al Qaeda nem sabem que é (o chefe). Também tem o exemplo da pequena livraria que não organiza os livros por gênero literário, mas de acordo com a editora. Isso simplifica as coisas, corta custos e permite que pessoas procurando por um tipo de livro acabem encontrando outro totalmente diferente. É oferecendo surpresas que a livraria consegue competir com a organização das grandes cadeias de livrarias.
David Freedman - Há alguns anos, a Marinha dos Estados Unidos escreveu um artigo sobre guerras assimétricas. Isso significa que entidades muito organizadas combatem hoje inimigos completamente desorganizados, como os terroristas. Ao contrário do que ocorre no mundo ocidental, é muito difícil saber quem é quem no mundo terrorista. O terrorismo, ao contrário do Exército americano e da Otan, está em constante mudança, novas pessoas se juntam ao grupo o tempo todo, mas não respeitam um molde definido, trazem novas táticas, idéias, foram novos subgrupos.

G1 - O livro, que prega as desvantagens da organização e da categorização, também não se encaixa em nenhuma categoria. Isso foi intencional?
Eric Abrahamson - Nós quase não conseguimos publicar o livro por causa das seções das livrarias, onde tudo é organizado por tipo. Falavam para nós: se você não consegue achar uma categoria, você não pode escrever. Um absurdo.
David Freedman - Nosso agente disse desde o início que o livro precisa estar em uma categoria, enquanto eu e o Eric estávamos determinados a manter a idéia de desordem no livro. No fim, foi classificado como “auto-ajuda” (no Brasil, porém, ficará na seção "administração e negócios").

Pitaco do RA: Uhhuuu!! Lavei e enxagüei mil vezes a minha alma depois de ler esta matéria. É que há zilhões de anos venho tentando (ou melhor, pensando em tentar) organizar o meu escritório e boa parte da casa, por onde espalho os meus badulaques, mas nunca fui além de limpezas ocasionais e parciais. Achava que só depois de tudo arrumado eu teria algum sucesso na vida. Pois bem. Agora me sinto livre, leve e solto para curtir em paz os meus fracassos em meio à desordem da minha "bagunça criativa"!

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'Jango foi envenenado'

Da Folha Online

Preso desde 2003 na Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (RS), o ex-agente do serviço de inteligência do governo uruguaio Mario Neira Barreiro, 54, disse em entrevista exclusiva à Folha que espionou durante quatro anos o presidente João Goulart (1918-1976), o Jango, e que ele foi morto por envenenamento a pedido do governo brasileiro.

Jango morreu em 6 de dezembro de 1976, na Argentina, oficialmente de ataque cardíaco. Ele governou o Brasil de 1961 até ser deposto por um golpe militar em 31 de março de 1964, quando foi para o exílio. À Folha Barreiro deu detalhes da operação da qual participou e que teria causado a morte de Jango. Segundo o ex-agente, Jango não morreu de ataque cardíaco, mas envenenado, após ter sido vigiado 24 horas por dia de 1973 a 1976.

Barreiro disse que Sérgio Paranhos Fleury (que morreu em 1979), à época delegado do Dops (Departamento de Ordem Política e Social) de São Paulo, era a ligação entre a inteligência uruguaia e o governo brasileiro. A ordem para que Jango fosse morto partiu de Fleury, em reunião no Uruguai com dois comandantes que chefiavam a "equipe Centauro" - grupo integrado por Barreiro que monitorava Jango. O Uruguai mantinha uma outra equipe de vigilância, a Antares, para monitorar Leonel Brizola.

As escutas, feitas e transcritas por Barreiro, teriam servido de motivo para matar Jango. Mas, segundo o ex-agente (que tinha o codinome de tenente Tamúz), o conteúdo das conversas não era grave: tratavam da vontade de Jango de voltar ao Brasil, de críticas ao regime militar e de assuntos domésticos. Barreiro afirmou que interpretações "erradas e exageradas" do governo brasileiro levaram ao assassinato.

Segundo o uruguaio, a autorização para que isso ocorresse partiu do então presidente Ernesto Geisel (1908-1996) e foi transmitida a Fleury, que acertou com o serviço de inteligência do Uruguai os detalhes da operação, chamada Escorpião - que teria sido acompanhada e financiada pela CIA (agência de inteligência americana).

O plano consistia em pôr comprimidos envenenados nos frascos dos medicamentos que Jango tomava para o coração: o efeito seria semelhante a um ataque cardíaco. As cápsulas envenenadas eram misturadas aos remédios no Hotel Liberty, em Buenos Aires, onde morava a família de Jango, na fazenda de Maldonado e no porta-luvas de seu carro. Barreiro não exibiu provas e disse que o caso era discutido pessoalmente.

FOLHA - Qual era o interesse do Uruguai em vigiar Jango?
MARIO NEIRA BARREIRO - Após o golpe no Brasil, o serviço de inteligência do governo do Uruguai se viu obrigado a cooperar porque era totalmente dependente do Brasil. Goulart, para nós, era uma pessoa que não tinha nenhuma importância.

FOLHA - Quando passou a vigiá-lo?
BARREIRO - Eu o monitorei de meados de 1973 até sua morte, em 6 de dezembro de 1976. Monitorei tudo o que falava através do telefone, de escuta ambiental e em lugares públicos.

FOLHA - O sr. colocou microfones na casa? Como ouvia as conversas?
BARREIRO - Estive na fazenda de Maldonado para colocar uma estação repetidora que captava sinais dos microfones de dentro da casa e retransmitia para nós. Esta estação repetidora foi colocada numa caixa de força que havia na fazenda. Aproveitamos essa fonte de energia para alimentar os aparelhos eletrônicos e para ampliar as escutas. Isso possibilitava que ouvíssemos as conversas a 10, 12 km de distância. Ficávamos no hipódromo de Maldonado ouvindo o que Jango falava.

FOLHA - Alguma vez falou com ele?
BARREIRO - Sim. Eu e um colega estávamos vigiando a fazenda, fingindo que um pneu da camionete estava furado. Ele nos viu e veio até nós caminhando e fumando. Perguntou se precisávamos de ajuda. Estava frio e ele nos convidou para tomar um café. Eu pensei: "Ou ele é muito burro ou muito bom". Ele me convidou para entrar na fazenda. Meu colega não quis ir.

Depois que fiz um lanche e tomei o café, eu disse: "Desculpa, senhor, qual é o seu nome?". Ele me olhou e disse: "Mas como, rapaz, tu não sabes quem sou eu? Tu estás me vigiando. Acha que sou bobo? Fui presidente do Brasil porque sou burro? Estou te convidando para minha fazenda porque não tenho nada a esconder. Sei que estão me vigiando, mas não sou inimigo de vocês". Eu disse que ele estava enganado, me fiz de bobo, mas ele era inteligente.

Pitaco do RA: Agora só falta esclarecerem as mortes do Juscelino e do Lacerda...

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sábado, 26 de janeiro de 2008

Um sábado de verão frio e chuvoso


Sei não, mas uma semana inteira com temperatura média de 24 graus, usando casaco durante o dia e cobertor à noite, em pleno mês de janeiro... Sinceramente, não me lembro de dias de verão assim tão frios. Nem na época em que ninguém falava em aquecimento global.

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Sharapova é campeã na Austrália










Fotos AP, AFP e Reuters

Do UOL Esporte

Diante de tanta atenção que a decisão feminina do Aberto da Austrália deste ano recebeu, devido à boa fase - e imagem - de suas finalistas, a russa Maria Sharapova se mostrou mais à vontade. E derrotou a sérvia Ana Ivanovic por 2 sets a 0, com parciais de 7-5 e 6-3, para ser campeã.

Esse é o terceiro título em Grand Slam para a musa russa, ex-número um do mundo, e ele vem com sensação de redenção. A tenista dá a volta por cima depois de um 2007 apagado, em que se afastou do circuito para recuperar o físico.

"No ano passado, eu nem cheguei perto do título", ironizou Sharapova, que foi derrotada por 6-1 e 6-2 por Serena Williams na última decisão do torneio. "Então é incrível. Se alguém me dissesse no meio do ano passado que levaria esse troféu, eu não acreditaria."

Embora seja apenas sete meses mais jovem que a rival, a sérvia só ingressou no circuito profissional da WTA dois anos mais tarde. Sharapova começou a disputar torneios Grand Slam em 2003, enquanto Ivanovic passou a ter esses eventos no currículo com as duas temporadas de atraso. No ano passado, ela foi semifinalista em Wimbledon e vice-campeã em Roland Garros. Mas esse foi o máximo que conseguiu.

A experiência pesou em quadra, e Ivanovic demorou a se soltar. Na verdade, ela não chegou a exibir de modo consistente o nível de tênis que atingiu nas fases anteriores principalmente nas quartas-de-final, quando despachou a ex-algoz Venus Williams.

"Sou muito emotiva e vocês todos tornaram essa experiência muito especial para mim", afirmou Ivanovic, segurando as lágrimas.

A tenista cometeu muitos erros não-forçados (33, contra 15) e ainda teve menos bolas vencedoras que a adversária (14, contra 16). Um desses erros foi o que deu o título a Sharapova, ao mandar uma bola na rede.

Já Sharapova esteve mais próxima da forma que apresentou durante todo o torneio. Ela alcançou a decisão tendo perdido apenas 24 games no geral nas seis partidas da campanha. Entre suas vítimas esteve a líder do ranking mundial, a belga Justine Henin.

A russa, que atirou a raquete ao chão e se ajoelhou em quadra no início da comemoração, conseguiu duas quebras de saque no primeiro e set e sofreu uma. Na segunda parcial, ela derrubou o serviço da rival no sétimo game e ficou confortável para fechar a partida.

A campanha em Melbourne rendeu a Ivanovic a vice-liderança do ranking da WTA. A maior sensação do circuito, ela ainda busca a afirmação com uma grande conquista. Sharapova, mesmo com o título, segue em quinto.

Pitaco do RA: Parabéns à maravilhosa, sensacional e insuperável Musa do RA (beleza maior não há!). E já que quase ninguém viu o jogo - que aconteceu nesta madrugada -, a ESPNI programou uma reprise para as 21 horas de hoje. Claro que além de assistir, vou gravar para rever muitas e muitas e muitas vezes...

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sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Blogueiros obesos estão na moda na "gordosfera"



Do The New York Times

Blogs escritos por gordos - e tudo bem usar a palavra, dizem eles - multiplicaram-se nos últimos meses, preenchendo um espaço virtual conhecido como gordosfera, onde os blogueiros pedem a aceitação da gordura e questionam quase tudo que a sabedoria médica convencional tem a dizer sobre a obesidade.

Blogs inteligentes, atrevidos e irreverentes, com nomes como Big Fat Deal e FatchicksRule e Fatgrrl ("Agora com 50% mais gordura!") enfrentam o sentimento anti-obesidade. Eles celebram seus tamanhos grandes e pedem aos leitores para aceitarem seus corpos, que parem de fazer dieta e sigam com suas vidas.

A mensagem da gordosfera não é só que grande é bonito. Muitos dos blogueiros chamam de histeria a "epidemia de obesidade". Eles argumentam que os americanos não são tão mais gordos do que eram e que ser gordo, por si só, não é necessariamente ruim para a pessoa.

Eles rejeitam uma crença central que muitos americanos prezam, inclusive os que estão acima do peso: que só o que o gordo precisa fazer para ser magro é se exercitar mais e comer menos.

"Um dos primeiros obstáculos para a aceitação da gordura é acabar com a questão de que ser gordo é uma escolha", disse Kate Harding, fundadora do blog Shapely Prose, em entrevista. "Nenhum defensor do gordo está dizendo que você deve ficar sentado e exagerar na comida. O que estamos dizendo é que exercício e dieta equilibrada não tornam todos magros."

Harding, 33, entusiasta de ioga de Chicago, promove a idéia de saúde em qualquer tamanho (ela veste 16). Ela começou o Shapely Prose (kateharding.net) em abril, depois de observar que as mensagens sobre o assunto em seu blog pessoal tocavam as pessoas. Desde então, rapidamente o Shapely Prose tornou-se um dos mais populares blogs que pregam a aceitação da gordura, com uma média de 3.710 visitas por dia, de acordo com o programa de estatísticas da Web Sitemeter.

As pessoas vêm em diferentes tamanhos e formas, dizem blogueiros como Harding, e, para os que vêm "X-Large", fazer dieta é em vão. Muitos dos blogueiros chamam seus sites de "zonas livres de dieta". (Nem mencione cirurgia para perda de peso.)

"Você tem uma recaída, então entre em dieta novamente. Desta vez você vai fazer, realmente vai ser desta vez", disse Marianne Kirby, blogueira de 30 anos de Orlando, Flórida, que escreve o The Rotund (therotund.com). "E ainda não funciona, não no longo prazo - você termina mais pesado que antes. E diz para si mesmo: por que fui cair nessa de novo?"

Os blogs atraíram comentários negativos, até agressivos. Mas, para os leitores acima do peso, as mensagens dão força - e são libertadoras.

"Amiga, deixe-me dizer, finalmente estou me entendendo", comentou uma fã do site da Harding. "Sempre serei gorda. Aceito isso agora."

Harriet Brown, blogueira de 49 anos em Wisconsin e ocasional contribuidora do "The New York Times", estimula os leitores a fazerem um voto de "eu amo meu corpo" (em harrietbrown.com), no qual prometem não se degradar, falando que "suas coxas são gordas" e chamando a si mesmos de "porcos gordos".

O blog anônimo Fat Fu (fatfu.wrodpress.com) faz uma crítica impiedosa às pesquisas recentes, como o estudo de "amigos gordos". Oferece também uma das listas mais amplas de links da gordosfera, inclusive comunidades on-line, modas e sites de saúde para gordos. O blog Big Fat Deal (bfdblog.com) sugere 10 formas de ser um "ativista da positividade do corpo", inclusive "seja você mesmo", "compreenda que muitas pessoas são idiotas cheias de ódio" e "não tenha medo de pedir um pedaço de torta".

Muitos blogueiros são mulheres cujos textos têm um sabor claramente feminista, mas há blogueiros masculinos, como o Red No. 3 (red3.blogspot.com), que diz: "Você vê, não tenho problema com gordura. Meu corpo é simplesmente adornado, e aceito isso."

Alguns especialistas, entretanto, dizem que esse tipo de mensagem é perigoso e mina os esforços de saúde pública para conter a obesidade. "Temos que ter cuidado para não colocar toda a culpa no indivíduo", disse Walter C. Willett, professor de nutrição e epidemiologia da Faculdade de Saúde Pública de Harvard. Mas, acrescentou, "a grande maioria das pessoas acima do peso está assim por causa do estilo de vida".

Os blogueiros argumentam que mudanças na definição dos termos, junto com falhas na fórmula de índice de massa corporal, empurraram mais americanos para as categorias de "gordo" e "obeso". Eles apontam para estudos provocativos sugerindo que pode haver benefícios para quem está acima do peso, inclusive um estudo amplo que revelou que americanos abaixo do peso têm maior probabilidade de morrer do que os que estão moderadamente acima do peso.

Vários outros estudos recentes sobre pacientes do coração e de diálise também registraram maiores índices de sobrevivência entre pacientes mais pesados, sugerindo que o elo entre tamanho do corpo e saúde pode ser mais complexo do que se admite geralmente. Outro estudo de pessoas acima de 60 revelou que estar em forma tem mais influência na longevidade do que simplesmente estar magro.

O principal argumento dos blogueiros é que ser gordo não é resultado de falha moral ou de caráter ou de gula, preguiça ou falta de força de vontade. As dietas sofrem de efeito bumerangue, dizem eles; de fato, numerosos estudos de longo prazo revelaram que apesar das pessoas que fazem dieta muitas vezes perderem peso no curto prazo, quase sempre recuperam os quilos perdidos nos anos seguintes.

Por fim, os blogueiros argumentam que ser magro pode ter mais a ver com sorte genética do que com escolhas de estilo de vida.

"Aceitamos que algumas pessoas são altas e outras baixas", disse Rachel Richardson, 28, de Cincinnati, que escreve um blog chamado The F-Word (the-f-word.org). "Ainda assim parecemos pensar que todos deveriam ser magros - simplesmente não faz sentido."

Os blogueiros alegam que a guerra contra a obesidade deu às pessoas uma desculpa para travar uma guerra contra os gordos, e que preocupações com saúde - aliadas à crença que os gordos só têm a si mesmos para culpar por serem gordos - estão simplesmente sendo usadas para justificar uma discriminação que não teria sido tolerada contra qualquer outro grupo de pessoas. "Não me surpreende que haja tantos desses blogs agora", disse Richardson. "A histeria contra a obesidade alcançou um ponto de fervura. Escrever blogs é uma forma das pessoas lutarem."

Publicado no UOL Mídia Global.

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Don't let me down!

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quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Programa na capital

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Cartões do governo pagam despesas em joalheria

Da Folha Online

Os cartões de crédito corporativo do governo federal, indicados para gastos "emergenciais", como a compra de material, prestação de serviços e diárias de servidores em viagens, foram usados em 2007 para pagar despesas em loja de instrumentos musicais, veterinária, óticas, choperias, joalherias e em free shop, conforme dados do Portal da Transparência, site do próprio governo.

Os responsáveis pelas compras afirmaram que a prática é legal e todas as compras eram necessárias. Não foi o que aconteceu com a ministra Matilde Ribeiro (Igualdade Racial), que pagou despesa de R$ 461,16 em um free shop em outubro do ano passado. Alertada pelo ministério, ela reconheceu o "engano" e afirmou ter ressarcido o valor à União só neste mês.

Os gastos nesses estabelecimentos, alguns irrisórios, foram feitos por funcionários e pelos próprios ministros. No ano passado, toda a máquina federal gastou R$ 75,6 milhões com o cartão de crédito corporativo, aumento de 129% em relação aos gastos de 2006. A elevação se deve pelo fato de ter aumentado o uso do cartão que, segundo a CGU (Controladoria Geral da União), é mais transparente e fácil de fiscalizar. Apesar de os gastos serem "emergenciais", o Ministério do Trabalho pagou R$ 480 para consertar um relógio importado numa joalheria de Brasília.

O ministro dos Esportes, Orlando Silva, gastou R$ 468,05 no restaurante Bela Cintra, nos Jardins. O valor médio da refeição lá é de R$ 150 por pessoa. Não consta da agenda do ministro na internet nenhuma atividade na data (25 de setembro). Sua assessoria, contudo, enviou à Folha agenda que assegura ser a do dia, quando Silva estaria em São Paulo. Disse que a ausência da programação no site do ministério se deve a "problemas de atualização".



Um ministro que sabe viver (às nossas custas)

Orlando Silva usou o cartão em outros restaurantes: R$ 198,22 em uma churrascaria na capital paulista, em 22 de outubro, quando também não havia nenhuma atividade em sua agenda na internet. No mesmo dia, segundo o portal da Transparência, há o registro de outro gasto com restaurante: R$ 217,80 no francês Le Vin Bistro, também no Jardins. A assessoria informou que os gastos ocorreram em dias diferentes, quando o ministro cumpria agenda em São Paulo.

No dia 29 de junho de 2007, quando a agenda de Orlando Silva informa que ele iria "despachar internamente", o extrato de seu cartão mostra gasto de R$ 196,23 em uma churrascaria na capital fluminense.

Já o ministro Altemir Gregolin (Pesca) gastou em julho passado R$ 70 na choperia Pingüim, em Ribeirão Preto (SP). Ele, contudo, justifica que foi ao local jantar, e que não consumiu bebidas alcóolicas. Os dados disponíveis na internet não descrevem os itens consumidos. O ministro tinha uma agenda oficial na cidade.

O Sipam (Sistema de Proteção da Amazônia), órgão ligado à Presidência, pagou compra de R$ 80 em uma loja de instrumentos musicais no centro de Porto Velho (RO). Em Porto Alegre, funcionários da Empresa de Trens Urbanos, que tem a União como acionista majoritária, gastaram R$ 209,99 em uma veterinária, R$ 630 em uma loja de eletrodomésticos, R$ 1.178 em duas óticas e R$ 695 em uma floricultura.

As despesas com cartões corporativos vêm aumentando desde sua criação, em 2001. Eles substituem as contas "tipo B", quando um servidor recebe o dinheiro e depois presta contas. Essas contas ainda são usadas - em 2007, os gastos com elas chegaram a R$ 101,3 milhões, valor superior ao dos cartões (R$ 75,6 milhões).

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Fuck you, Schumi!



Pesquisa realizada - e ainda não concluída - no jornal italiano Corriere della Sera. Se você quiser dar uma força para o grande Senna, é só clicar aqui e votar.

Enviado por JEO Bruno.

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domingo, 20 de janeiro de 2008

Recuerdos de las vacaciones


























Futebol na AABB de Monte Carmelo

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Cerveja e espeto na calçada

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Grantis Levy e Ari na Mercearia do Osmar

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