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segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Feliz Ano Novo!

A todos os freqüentadores desse modesto - porém limpinho - bloguete, um 2008 repleto de realizações e, também, de muita paz, saúde e felicidade, que é o mínimo que todos nós merecemos. Até o ano que vem!

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Vovó "sexygenária"


Completando seis décadas de vida, Rita Lee fala sobre a sua mais nova loucura: a terceira idade

Do Blog da Rita

A roqueira brasileira já teve cara de bandida. Hoje é uma doce senhora que usa a guitarra como arma branca para lançar sua alegria pelo país. Com ela o Brasil é mais feliz, bem humorado e extremamente inteligente.

31 de dezembro de 2007. Rita Lee comemora 60 anos com tanta história que poderia render uma enciclopédia. Leia aqui uma pequena entrevista exclusiva.

Nos anos 60, quando você começou, a mulher de 60 estava de cabelo branco, tricotando e contando historinhas aos netos. Hoje você representa uma geração que vai além. Está no mercado de trabalho, criando e surpreendo. Será a vovó Rita a Miss Brasil 2008?

Meus meninos queridos... bem, cabelos brancos eu os tenho, só que pintadinhos de vermelho. Tricotar também tricoto, só que não na cadeira de balanço... contar historinhas para minha neta também conto, só que os vilões são sempre os mais legais... se ser Vovó Miss Brasil 2008 é isso, então diga ao povo que topo.

Mais uma vez você está saindo em turnê, juntando seus grandes sucessos que fazem a festa há quatro décadas. Como é o gás de retomar um repertório já conhecido, descobrir novos caminhos? As músicas crescem e envelhecem? E as músicas novas, como entram nessa salada de sucessos?

Não é bem uma turnê, serão apresentações esporádicas, não tenho mais saco nem saúde para turnês... quando montamos um show, botamos os 40 anos de estrada num liquidificador e seja o que Deus quiser, o que der na telha a gente toca, o que permanece é o prazer de dar prazer e receber.

Se você pudesse se definir em uma música, sua ou de outro artista, qual seria?

Eu gostaria de ser a Chiquita Bacana.

60 anos de vida, 40 de carreira. Se você pudesse recomeçar, faria algo diferente?

Nasceria no dia 1º de janeiro.

O que os seus conterrâneos cariocas podem esperar para este ano novo, que já começa feliz, tendo você em cartaz por quatro noites no Canecão?

Prometo não desmaiar no palco nem tentar falar com sotaque carioca... vou tentar não chamar um artista presente pelo nome do seu personagem da novela... prometo falar menos e cantar melhor... até lá espero perder os 4 quilos que ganhei nas festas de fim de ano... e continuarei fazendo declaracões de amor à minha cidade adotiva... bitz...

Aliás, o show vai se chamar "Pic nic"....afff...

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domingo, 30 de dezembro de 2007

O inferno é aqui


Praia de Pitangueiras, no Guarujá, sob um sol de quase 40 graus (Folha Imagem)

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quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

O "bispo verde" desafia Lula com sua greve de fome


Folha Imagem

Do El País

Quase um mês de greve de fome contra um projeto do governo brasileiro de desvio da calha de um rio. E não foi a primeira vez. Luiz Flavio Cappio, 61 anos, bispo da Barra, uma localidade da Bahia, desafiou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao protagonizar uma greve de fome de 24 dias até que perdeu a consciência e desmaiou. Cappio, um religioso franciscano, nomeado bispo pelo papa João Paulo 2º, se opõe ao desvio das águas do lendário rio São Francisco, que em seus 2.800 km percorre quatro Estados.

O projeto de levar água ao nordeste pobre e semiárido é uma possibilidade tratada desde os tempos do império, mas que ninguém se atreveu em levá-lo adiante, temendo um desastre ecológico, a morte do rio e os problemas que sofreriam as 12 milhões de pessoas que vivem às margens do rio. Lula, desafiando todas as dificuldades, decidiu tocar as obras, apesar dos 14 recursos no Supremo Tribunal.

Contra o projeto, sobre o qual tem corrido rios de tinta de artigos de especialistas a favor e contra, se levantou o bispo Cappio, considerado um Dom Quixote da ecologia. Em 2005 ele fez uma greve de fome de 11 dias, interrompido após a promessa de Lula, que recebeu o bispo pessoalmente, de promover um debate nacional antes de começar as obras. O bispo acreditou, interrompeu a greve e Lula não cumpriu a palavra. E começaram as obras.

O bispo, que é também economista, retornou à greve, que desta vez se prolongou por 24 dias. De novo Lula, que não queria um mártir sobre seus ombros, voltou a prometer dois meses de interrupção das obras para discutir melhor o projeto. Outra vez o presidente brasileiro não cumpriu sua promessa e o bispo, depois de perder a consciência e ser internado, interrompeu a greve aconselhado por seus familiares e amigos.

Cappio seguirá liderando um movimento, que já é nacional, contra o que ele chama de "projeto da morte" do rio. Em uma carta que se tornou pública, o bisco cita o profeta Isaías quando disse que Deus "fortalece as mãos enfraquecidas e os joelhos debilitados" e que "a vingança é a recompensa de Deus" que "abrirá os olhos dos cegos e destampará os ouvidos dos surdos". E conclui afirmando que "quando falha a razão não resta mais que a loucura da fé".

Para ele falha a razão quando se quer confundir a população com obras faraônicas de 6 bilhões de euros que, na sua opinião, favoreceriam só os grandes empresários agrícolas.

Cappio não é um ingênuo e nem um fundamentalista. Todos o consideram um homem de fé que tem 40 anos dedicados aos mais pobres e a estudar o rio São Francisco, símbolo para ele da vida que oferece água aos camponeses ribeirinhos, e cujos 2.800km percorreu durante um ano junto com um sociólogo e um agricultor para, em seguida, escrever um livro.

O bispo ecologista, já recuperado, retornou à sua diocese. Não para descansar. Defensor das causas desesperadas, seguirá dando dor de cabeça ao poder.

Publicado no UOL Mídia Global.

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quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Cartões de Natal















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quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Prelúdio da Grande Vaia

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Em Brasília, a obra mais cara do Judiciário



Do Blog do Fred

O consórcio formado pelas empresas Via Engenharia/Construtora OAS e Camargo Corrêa foi declarado vencedor da concorrência para a construção da mega-sede do Tribunal Regional Federal da Primeira Região, em Brasília, obra estimada em quase meio bilhão de reais (R$ 479,9 milhões).

Trata-se da mais cara sede de um tribunal no país, com uma área total de construção maior que a do STJ (Superior Tribunal de Justiça).

A título de comparação: enquanto os ministros do STJ tiveram a área de cada gabinete duplicada, medindo cerca de 280 m2, o projeto do TRF-1 prevê que seus desembargadores ganharão gabinetes com 350 m2. Pelo projeto do escritório de arquitetura de Oscar Niemeyer, o presidente do TRF-1 e seus assessores ocuparão um gabinete de 650 m2, quatro vezes maior do que o do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Pitaco do RA: Nada como viver em um país do Primeiro Mundo! Num país onde há trabalho, comida, escolas e hospitais para todos, onde a Justiça trata igualmente ricos e pobres, onde as estradas federais são todas bem asfaltadas e bem sinalizadas... Dá gosto viver num país assim. Mesmo que seja só em sonho, já que a realidade brasileira - diante de escândalos como esse - é cada vez mais terrível, cada vez mais vergonhosa.

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terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Sabatella contra a transposição do Velho Chico


Sumida da novela das seis, Letícia reaparece em Brasília (Folha Imagem)

Da Folha Online

Integrantes do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), do Programa de Convivência com o Semi-Árido da Cáritas Brasileira, e de outras entidades realizaram hoje manifestação em Brasília contra as obras de transposição do rio São Francisco.

Os manifestantes apóiam a greve de fome de d. Luiz Flávio Cappio, 61, bispo de Barra (BA). Ele jejua há 21 dias em protesto contra a transposição do rio São Francisco.

De acordo com os organizadores do protesto, participaram da manifestação ribeirinhos, pescadores e integrantes de movimentos sociais da bacia do rio São Francisco.

Doação de sangue

Parlamentares e militantes do PSOL doarão sangue amanhã em apoio à greve de fome de d. Cappio. Entre os doadores estão o líder do PSOL na Câmara, deputado Chico Alencar (RJ), a deputada Luciana Genro e o senador José Nery (PA).

A doação de sangue será feita às 8h desta quarta-feira no Hemocentro de Brasília, informou o PSOL.

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segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Sentimentos românticos


Foto Reuters

Do UOL Últimas Notícias

Chineses produzem escultura de neve chamada "Romantic Feelings" (Sentimentos Românticos) em Harbin, na província de Heilongjiang. O trabalho vai abrir uma mostra de esculturas na neve no país.

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quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Desce mais uma!


Foto de Gilson Camargo

Se você gosta de uma bem gelada, de um bom tira-gosto e de um animado pé-sujo, tem a obrigação de visitar este blog. Só não volte muito tarde pra casa, porque senão o bicho pega.

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Depois de JK, Tom Jobim

A Globo já definiu o tema da próxima minissérie da emissora, a primeira de 2008. Será a vida do grande Tom Jobim, falecido em 1994 na cidade de Nova York. O ator escolhido para interpretar o maestro na telinha é Fábio Assunção, louro, de olhos azuis, que não tem a mínima intimidade com piano ou violão.

Quem vai escrever a minissérie é a dupla dinâmica Gilberto Braga e Ricardo Linhares. Só falta agora escolher os atores e atrizes que interpretarão os inúmeros parceiros e intérpretes musicais do maestro, como Vinicius de Moraes, Elis Regina, João Gilberto, Chico Buarque, Frank Sinatra, Ella Fitzgerald e Sarah Vaughan.

A minissérie, por enquanto, não tem nome e nem data para estrear.

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Perdeu, Lula!

Trecho de matéria do Noblat, em seu blog

O fim da CPMF, marcado para o próximo dia 31, foi a mais retumbante derrota colhida pelo governo desde que Lula subiu a rampa do Palácio do Planalto pela primeira vez na manhã do dia primeiro de janeiro de 2003. Com rigor, foi a única derrota expressiva.

Ao fim e ao cabo, o governo perdeu para si mesmo - para sua arrogância, sua falta de articulação política e sua pretensão de ganhar sem ceder nada ou muito pouco.

O governo conta com o apoio de 14 partidos. Que no Senado dispõem de 53 votos. Precisava de 49 para vencer. Conseguiu 45, apesar do empenho de todos, rigorosamente todos os governadores.

Seria o caso de se dizer que nunca antes neste país...

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terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Arrasando na telinha

Marília Pêra e Stênio Garcia estão dando um show de interpretação na novela Duas Caras.

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Led Zeppelin deixa críticos boquiabertos



Do UOL Música

A banda Led Zeppelin teve que satisfazer altas expectativas em seu show de reencontro, na noite de ontem, mas os roqueiros britânicos fizeram uma apresentação tão boa que críticos e fãs estão suplicando por uma turnê mundial da banda.

As críticas foram virtualmente unânimes nos elogios feitos à banda, que tocou junta apenas um punhado de vezes desde a morte do baterista John Bonham, em 1980, após uma bebedeira exagerada.

"Fiquei simplesmente maravilhado com a maior banda do mundo", escreveu o crítico do Telegraph, David Cheal.

"Bizarros, sedutores e melhores que nunca" foi a manchete da crítica de Alexis Petridis, do jornal The Guardian, que atribuiu o escore máximo - cinco estrelas - ao show.

Foram feitos elogios a todos os três membros originais, cuja média de idade é 61 anos, e ao filho de Bonham, Jason, que foi o baterista da noite.

Aos 59 anos, Robert Plant pode ter tido alguma dificuldade com as notas mais altas, mas sua performance numa apresentação que durou mais de duas horas e incluiu 16 canções foi melhor do que muitas pessoas tinham ousado esperar.

"Os equipamentos mais velhos podem demorar mais para entrar em funcionamento, mas, depois de as válvulas necessárias serem aquecidas, a qualidade é inconfundível", escreveu Pete Paphides no The Times.

Jimmy Page, 63 anos, atraiu alguns dos maiores aplausos por seus acordes fortes e suas improvisações, incluindo uma de suas façanhas típicas, passando um arco de violino pelas cordas de sua guitarra, e John Paul Jones, 61, foi aplaudido por garantir a base rítmica no baixo.

Jason Bonham fez justiça a seu pai na bateria, acrescentando um elemento funk que não existia na banda original, "algo que acrescenta mais élan às canções", segundo o Independent.

Para vários críticos, dois dos melhores momentos da noite foram "Black Dog", a terceira canção apresentada, e "Kashmir", perto do final do show.

Sobram especulações de que o Led Zeppelin possa seguir o exemplo de outras bandas de roqueiros sessentões, fazendo uma lucrativa turnê mundial.

Não houve muitos indícios, na noite de ontem, quanto à possibilidade de isso de fato acontecer. Robert Plant, que tem uma carreira solo bem-sucedida, é visto como o integrante da banda que tem menos chances de concordar com a idéia.

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domingo, 9 de dezembro de 2007

The Police ao vivo me fez cochilar


Foto do Portal G1

Acabei de assistir ao show do Police no Maracanã, via Multishow, e não gostei. Como também não gostei da apresentação de 1982 no Maracanãzinho (nesta eu estava lá). E o motivo, tanto no passado quanto no presente, é o mesmo: a ausência de músicos e vocalistas de apoio. Acontece que no Police, só o Sting canta. O Andy Summers finge que canta e o Stewart Copeland usa um microfone de cabeça, mas não abre a boca. E, com raras exceções, os refrões das músicas mais conhecidas da banda utilizam duas ou três vozes, como é o caso de "Every little thing she does is magic", "Don't stand so close to me" e "Every breath you take".

Nas gravações, todos sabem, o Sting dobrava a voz quantas vezes fosse preciso e tudo ficava perfeito, um som encorpado e melodioso. Já ao vivo, toda vez que entra o refrão é uma decepção, uma única voz, geralmente uma oitava abaixo, quase inaudível em meio ao som dos instrumentos. Para complicar ainda mais, o líder do Police parece meio desanimado, cantando e tocando de forma burocrática. Nenhuma interpretação rasgada (nem Roxanne!), nenhum solo de baixo, só o do do do e o da da da de sempre, sem emoção nenhuma, quase que no piloto automático.

O único show ao vivo do Police que me fez a cabeça nesses anos todos foi o "Synchronicity", justamente porque eles se apresentaram com um trio de vocalistas e, se não me engano, com músicos extras. Este show eu assisti em um telão no antigo Gattopardo, na Lagoa, mais ou menos em 1985, quando o vídeo foi lançado nos Estados Unidos e Europa (hoje, tem em DVD nas locadoras e Americanas da vida). Me lembro que tinha uma pequena multidão na danceteria assistindo de pé e vibrando como se fosse ao vivo. Muito bom mesmo. Tão bom que eu imaginei que eles fossem repetir a dose nesse aguardado retorno. Afinal, era o mínimo que se poderia esperar depois de tanta propaganda. Nada. Só os três no palco durante quase duas horas.

Sting, praticamente imóvel, cantando uma música atrás da outra; Andy, com a guitarra apoiada na barriga de aposentado, parecendo fazer um esforço enorme para dar conta do recado, e o Stewart Copeland mostrando mais uma vez porque sempre foi o ídolo do João Barone (dos Paralamas, que abriram o show). Teve, claro, alguns bons momentos - "Every little thing..." foi um deles -, mas nada que justificasse ir até o Rio e enfrentar horas de espera no meio da multidão que lotou o gramado do Maracanã para ver o que eu vi na televisão. Para falar a verdade, nem vi o show inteiro, já que quase no final andei dando umas boas cochiladas. Ainda bem que gravei em vídeo. Só não sei se vou ter disposição para assistir tudo de novo.

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sábado, 8 de dezembro de 2007

Rosane Collor bota a boca na Veja

Trecho da entrevista publicada na edição que chega hoje às bancas:

Veja – A senhora acha que Collor errou ao receber dinheiro de PC Farias?
Rosane – Eu nunca soube exatamente que tipo de acordo regulava as relações financeiras entre Fernando e Paulo César.

Veja – A senhora, então, achava que o presidente era um homem muito rico?
Rosane – Sempre achei que o Fernando fosse rico. Quando moramos em Miami, ele me deu um Porsche de presente. Tínhamos uns dez cartões de crédito. Também guardávamos dinheiro em um cofre da casa. Quando voltamos ao Brasil, continuamos vivendo maravilhosamente bem. A minha mesada era de 40 000 reais. Passávamos o réveillon em Angra dos Reis com ilha alugada, com segurança, mordomo e até helicóptero. Também costumávamos esquiar em Aspen. Com a nossa separação, em 2005, descobri que Fernando tem uma renda mensal declarada de 25 800 reais.

Veja – Entre o impeachment, em 1992, e a sua eleição para o Senado, no ano passado, o ex-presidente praticamente não trabalhou. Como ele bancava seus gastos pessoais com uma renda de 25 800 reais?
Rosane – Não posso falar sobre isso.

Veja – Estima-se que a parceria entre PC Farias e o ex-presidente tenha deixado um saldo de 60 milhões de dólares em contas secretas no exterior. A senhora tem alguma idéia de onde foi parar esse dinheiro?
Rosane – Não posso falar sobre isso.

Veja – A senhora acredita que o presidente tenha contas secretas no exterior?
Rosane – Não posso falar sobre isso.

Veja – A senhora não pode responder porque não sabe ou porque tem medo de sofrer alguma retaliação?
Rosane – Não posso falar sobre isso.

Extraído da Veja Online.

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Cavucando o nariz

Depois de um tempo meio ausente do blog, o fodão Sergio Faria (vulgo Serjones) recobrou a antiga forma e vem enchendo de meleca as páginas do impagável (já que ninguém paga mesmo) Catarro Verde. Tá chateado com a vida? Acesse o Catarro e morra de rir!

Mas como neguim é preguiçoso até pra morrer, vai aqui uma palhinha das últimas do Serjones:

E o conselho de titica livrou a cara do companheiro de quadrilha, o jagunço collorido e ministreco da justiça do tucanalha fernando henrique cardoso, renan calheiros. Depois, os jornalista ainda vêm com a pergunta cretina: "você acredita no país?" País? Isso aqui é um país? Não diga! E eu aqui pensando que morava na puta que pariu.

Pode derramar suas lágrimas, minha senhora. Este ano não vai ter CD novo do Roberto Carlos, o rei-censor. Uma merda a menos no decadente e depressivo clima de Natal que se avizinha inexorável, tipo ave-maria de fim da tarde.

Roberto Carlos, aliás, vai repetir seu show a bordo de um navio. Podiam aproveitar e jogá-lo ao mar.

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'Across the Universe' revisita Beatles



Do UOL Cinema

Experiente diretora de musicais na Broadway, premiada pela encenação de "O Rei Leão" (1998) e também por filmes como "Frida" (2002), a diretora Julie Taymor encarou recentemente um desafio enorme, atualizar o clima das canções dos Beatles, criando uma estrutura dramática para o seu conteúdo. O resultado está em "Across the Universe", que estreou ontem nos cinemas de São Paulo e do Rio de Janeiro.

A história acontece exatamente na mesma época do nascimento das canções, os anos 1960, recorrendo-se a novos intérpretes e novas gravações. Às vezes, usa-se a voz dos próprios atores, cujos personagens foram especialmente batizados também em função das músicas, como Jude (Jim Sturges), nome inspirado em "Hey Jude". Alguns veteranos de peso comparecem no elenco e nas interpretações, caso de Bono e Joe Cocker.

Jude (Jim Sturges) é um jovem estivador de Liverpool que descobre que seu verdadeiro pai é um norte-americano. Durante a guerra, sua mãe (Ângela Mounsey) engravidou deste soldado, que partiu de volta para casa sem saber da gravidez. Jude larga emprego, namorada (Lisa Hogg), e decide dar uma grande virada na vida, indo procurar o pai nos Estados Unidos.

Lá, ele muda de interesses. Apaixona-se por Lucy (Evan Rachel Wood, protagonista do drama "Aos Treze"), torna-se amigo do irmão dela, Max (Joe Anderson). Os dois rapazes vão para Nova York, alugando um quarto no apartamento da cantora Sadie (Dana Fuchs).

Na banda que acompanha Sadie, toca o músico Jo-Jo (Martin Luther McCooy), que pode se considerar como um herdeiro artístico de Jimi Hendrix. Faz parte dessa turma também uma certa Prudence (T.V. Carpio).

A luta pelos direitos civis e contra a Guerra do Vietnã influi sobre as vidas dos personagens, enquanto desfilam pela tela, em criações coreográficas e visuais de uma inventividade incrível, cerca de 30 canções, como: "Helter Skelter", "Why Don't We Do It in the Road", "Dear Prudence", "Because", "Oh Darling", "Don't Let Me Down", "Hold me Tight", "With a Little Help from my Friends", "Strawberry Fields Forever", "I am The Walrus" e "Let it Be".

Embora vise claramente espectadores jovens, "Across the Universe" reserva um potencial de atração também para platéias mais maduras, que cresceram ao som de "Girl" e "Hey Jude". A intenção da diretora parece ter sido fazer todo mundo se sentir jovem assistindo a este filme.

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Internet é mais popular que TV na Europa

Da BBC Brasil

A internet ultrapassou a televisão na lista dos meios de comunicação preferidos pelos europeus, segundo uma pesquisa de preferências de mídia realizado pela Associação Européia de Publicidade Interativa. Esta é a primeira vez que a televisão fica relegada ao segundo lugar no estudo, realizado anualmente desde 2003.

A pesquisa, conduzida com mais de sete mil pessoas em dez países europeus, mostra que os jovens entre 16 e 24 anos agora passam 10% a mais do seu tempo conectados à internet do que em frente à televisão. O levantamento ainda mostrou que 96% dos entrevistados disseram ter reduzido a utilização de outros meios de comunicação por causa da internet. A televisão foi a mais prejudicada: 40% dos europeus assistem menos à televisão e 28% lêem menos jornais.

Enviado pelo ex-Blog do Cesar Maia.

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sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Imagens de sexta





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Lula Cardoso Seixas


Charge do Liberati publicada no Blog do Noblat

Metamorfose ou ouro de tolo?

Crônica de Nelson Motta (via e-mail)

Quem diria, o anárquico fanfarrão Raulzito virou lição de filosofia política na boca do presidente da República, que sempre tem opinião formada e categórica sobre tudo. Seria um grande desgosto para ele ouvir a sua libertária "Metamorfose ambulante" a serviço da CPMF e das mudanças de opinião de quem, na luta pelo poder, fez de tudo para passar de pedra a vidraça.

Raul cantava a liberdade da dúvida e da contradição, da inteligência em movimento, em plena ditadura militar, quando a opinião só podia ser radical e estática: contra ou a favor. A ditadura proibia as opiniões contrárias; a oposição proibia mudar de opinião, sob a suspeita de estar servindo à direita ou para levar vantagem pessoal, como sempre.

A esquerda nacionalista sempre desprezou o "americanizado" Raul Seixas: ele era incontrolável, individualista e anárquico, detestava partidos, igrejas, instituições, torcidas, escolas e blocos. E certezas. Mas driblava a censura e ridicularizava os sonhos de felicidade da classe média governista, no "milagre brasileiro" dos anos de chumbo, com "Ouro de tolo", aquela que diz: “eu devia estar contente /porque tenho um emprego, /sou um dito cidadão respeitável/...”.

O baiano Raul, auto-intitulado "um magro abusado", desempenhou com grande coragem, independência e custo pessoal o papel de mosca na sopa dos que têm opinião formada sobre tudo, de esquerda, de direita e de centro, e debochava dos que pensam por slogans e palavras de ordem e mudam de opinião de acordo com os interesses de suas causas, chefes e bolsos.

Quem diria que as palavras de Raul serviriam para legitimar algumas das coisas que ele mais abominava. Coitado, virou camiseta de Che Guevara. O magro abusado não merecia esse abuso.

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quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Não posso ficar nem mais um minuto com você



Se eu perder esse trem
Que sai agora às 11 horas
Só amanhã de manhã

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Proibida a cobrança de ponto extra nas TVs a cabo

Da Folha Online

As operadoras de TV por assinatura não poderão mais cobrar pelo ponto extra. A medida faz parte do novo regulamento do setor, que entrará em vigor em 180 dias, contados a partir de ontem.

Pelas novas regras, determinadas pela Anatel, os usuários passam a ter direito ao recebimento, em dobro e em dinheiro, das quantias pagas em decorrência de cobrança indevida.

De acordo com a Anatel, as operadoras de TV poderão cobrar pela instalação e pela ativação do ponto extra, mas não uma mensalidade fixa pela programação. As duas cobranças deverão ser feitas uma vez. O regulamento garante ao assinante o direito de contratar outra empresa para instalar pontos extras em sua casa.

Enviado pelo ex-Blog do Cesar Maia.

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Trabalhadores do Millôr


Publicado no Millôr Online

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quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Torcida do Flamengo tombada

O ex-Blog do Cesar Maia informa: No Diário Oficial de hoje, a Prefeitura do Rio publica decreto Tombando a Torcida do Flamengo como Bem Cultural da Cidade.

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O mais obsceno escândalo político do ano

Publicado no UOL Últimas Notícias

O presidente do Senado brasileiro Renan Calheiros foi absolvido em um caso que foi "o mais obsceno dos escândalos políticos deste ano no Brasil", informa o principal jornal dos Estados Unidos, o The New York Times.

A reportagem do correspondente Alexei Barrionuevo lembra que Renan Calheiros era um forte aliado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, seu líder no Congresso Nacional, estava sendo acusado por uma série de envolvimentos com corrupção, mas que conseguia se sustentar no poder mesmo assim.

O NYT diz que mesmo diante dos escândalos, Renan Calheiros "sobreviveu" à votação de seus companheiros no Senado, que, por 48 a 29 votos, declararam-no inocente das acusações de corrupção e não cassaram seu mandato. "As acusações contra o sr. Calheiros partiram da revista Veja, em maio. A revista acusa o então presidente do Senado de usar dinheiro de um lobista para pagar pensão a uma filha que teve de uma relação extraconjugal com Mônica Velloso, uma jornalista que alavancou o escândalo depois de aparecer na edição de outubro da Playboy brasileira", diz o jornal.

A reportagem lembra ainda o histórico de outras votações que absolveram o senador, os 45 dias que ele ficou licenciado do cargo e as palavras que usou na carta de renúncia à presidência do Senado, em discurso nesta terça-feira, quando disse ser vítima de "infâmia e inverdades".

Pitaco do RA: Com mais essa infâmia, o nosso vergonhoso, safado e decrépito congresso nacional (me recuso a usar letras maiúsculas) conseguiu fechar o ano de 2007 com chave de ouro (e bota ouro nisso!). Nunca na história desse país houve tanta sacanagem explícita, tanta ladroagem, tanto cinismo e tanta impunidade. Parabéns ao presidente Lula e aos seus fiéis seguidores por mais esse recorde. Que venha 2008!

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domingo, 2 de dezembro de 2007

Finalmente perdidos

Neste momento, na Radio Paradise, a banda Lost at Last. Ual, que nome sen-sa-cio-nal! Tanto na combinação de palavras quanto no significado, uma obra-prima. E a música - Ocean of Mercy - também é ótima. Aliás, na Paradise só toca musicão, uma atrás da outra, dia inteiro, noite inteira. E há quem considere o cachorro o melhor amigo do homem...

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