Já estão à venda os novos cartões-postais Resende de ORo

terça-feira, 31 de julho de 2007

Aviso aos navegantes encasacados

Eis a previsão do Climatempo para os próximos dias em Resende: mínima de sete graus para amanhã (quarta-feira), oito graus para quinta e sexta-feiras e nove graus para o sábado. Haja cobertor!

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Antonioni - Profissão: Cineasta














Valeu, mestre Michelangelo!

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segunda-feira, 30 de julho de 2007

Cenas de um artista sueco




















Xeque-mate, Ingmar Bergman!

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sábado, 28 de julho de 2007

Com o PAC de fora


A governadora Vilma Maia (RN) exibe o PAC do Lula em dia de festa

Foto publicada no Ancelmo.com

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sexta-feira, 27 de julho de 2007

Enquanto isso, no planalto central...


Fotomontagem do Kibe Loco

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OAB lança campanha "cansei"

Da Folha Online

Será lançado hoje em todo o país o "Movimento Cívico pelo Direito dos Brasileiros", que os idealizadores já chamam de "Cansei". Emissoras de rádio e TV devem divulgar a iniciativa.

O movimento reúne lamentos distintos em uma "cesta de cansaços". Até o dia 17 de agosto, quando se completa um mês do acidente com o avião da TAM, serão veiculados anúncios com frases como "cansei do caos aéreo", "cansei de bala perdida", "cansei de pagar tantos impostos", "cansei de empresários corruptores".

A iniciativa tomou forma a partir de reuniões no escritório de João Dória Jr. No ano passado, ele promoveu almoços para arrecadar recursos para a campanha do tucano Geraldo Alckmin à Presidência. Oficialmente, a OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil) lidera o grupo.

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Aula de culinária

O presidente da Infraero, brigadeiro José Carlos Pereira, deu ontem a sua receita para permanecer no cargo:

"Os pepinos são parte da vida, certo? O importante não é o pepino, é saber lidar com o pepino, cozinhá-lo, cortá-lo corretamente, ter inteligência e, principalmente, calma para se trabalhar com o pepino."

O deputado xará José Carlos Aleluia (DEM-BA) anotou a receita e avisou:

"Parece que, enquanto o brigadeiro José Carlos cozinhava o pepino, a batata dele assou."

Um comentarista do Ancelmo.com refletiu bastante sobre o assunto e concluiu:

"Napoleão dizia que, com uma baioneta, você pode fazer tudo, menos se sentar em cima dela. A regra é válida também para pepinos."

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Comendas, charutos e confrarias

Crônica de Nelson Motta (via e-mail)

Com sua experiência na venda de passagens e em turismo, o comendador Zuanazzi, comandante da ANAC, se acha plenamente apto a exercer um cargo técnico que exige alta competência e responsabilidade, vital para a economia e a segurança do país: "Afinal, é o turismo que enche os aviões", gracejou. Mas nem isso é verdade, o transporte de carga e as viagens de negócios também enchem os cofres das companhias. E dos governos.

Qual seria a sua qualificação para o cargo, além da fidelidade partidária e do apadrinhamento de uma ministra poderosa? Até no Brasil, há um mínimo de exigência. Mas um máximo de complacência.

O Senado, inclusive a oposição, após sabatinar, com o rigor de sempre, o indicado por Lula, aprovou-o sem restrições. Deu-lhe um mandato de cinco anos e poderes e imunidades de que nem os senadores, o presidente ou a ministra que o apadrinhou desfrutam. Agora fingem espanto e indignação, enquanto conspiram para absolver Renan, que agradece a mudança de foco da mídia nazista e fascista.

Todos os senadores que aprovaram o comendador Zuanazzi, Denise Charuto, Lomantinho e os outros diretores da ANAC, são tão responsáveis quanto quem os indicou, por avalizarem o aparelhamento partidário em agência de tal importância. Claro, porque eles também têm seus apadrinhados igualmente inaptos indicados para cargos igualmente importantes para o país, são confrades na politicagem irresponsável.

É assustador imaginar o tamanho do prejuízo - em reais, além de vidas sem preço - provocado pelas trapalhadas e tragédias em que a ANAC, a Infraero e o Ministério da Defesa dividem a responsabilidade com as companhias aéreas. E com os eleitores dos senadores que aprovaram os responsáveis por esta desastrosa farsa.

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Uma nova medalha de ouro no Pan


Charge de Humberto no Jornal do Commercio

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quinta-feira, 26 de julho de 2007

Quatro anos para ver o óbvio

Clóvis Rossi, na Folha Online

É formidável a rapidez fulminante com que o presidente Lula tira conclusões. A mais recente delas surgiu na posse de Nelson Jobim como novo ministro da Defesa: "Digo categoricamente que é preciso repensar neste país o Ministério da Defesa. Porque o Ministério da Defesa, tal como está, está aquém daquilo que é a exigência da sociedade brasileira. É preciso que tenhamos um ministério com a força suficiente para fazer o que precisa ser feito. Desde reequipar as Forças Armadas brasileiras até colocar pessoas para tomar conta de tudo o que é pertinente".

Quanto tempo mesmo faz que Lula é presidente da República? Quatro anos, seis meses e 25 dias, certo? Caramba, como é que conseguiu em tão pouco tempo descobrir tudo de uma vez só? Aliás, não seria em todo lugar, e não só na Defesa, que é preciso colocar "pessoas para tomar conta de tudo o que é pertinente"?

Ficamos, pois, sabendo que, pelo menos no Ministério da Defesa, não havia uma "pessoa para tomar conta de tudo o que é pertinente". Só não se sabe se havia alguém que tomasse conta de "coisas que não são pertinentes".

Só lamento ter que discordar de de Lula quando diz que "não é segredo para nenhum brasileiro que temos uma crise no setor aéreo, numa combinação de várias coisas que vêm acontecendo nos últimos meses".

Um brasileiro, chamado exatamente Luiz Inácio Lula da Silva, não sabia que havia uma crise, tanto que levou todos esses meses até decidir fazer alguma coisa.

Seria bom que o presidente aproveitasse o momento de descoberta do óbvio que viveu ontem para pôr de lado a auto-exaltação em que se tornou campeão para reconhecer que há uma pilha de outros setores que é preciso repensar. Não tem mais quatro anos para enxergar a vida como ela é.

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O cenário da tragédia












Fotos da Agência Estado e Folha Imagem

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'Vocês deveriam agradecer por Congonhas!'


Besteira proclamada em 2006 e enviada pelo ex-Blog do Cesar Maia

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quarta-feira, 25 de julho de 2007

Millôr e a crise do setor aéreo (só do setor aéreo?)


Charge publicada no Millôr Online

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O presidente em seu reduto

Editorial de hoje do Estadão

Às 20h30 de 17 de julho de 1996, um Jumbo da TWA explodiu sobre o Atlântico minutos depois de levantar vôo de Nova York. Todos os 212 passageiros e 18 tripulantes morreram. Nas caóticas horas que se seguiram, as famílias das vítimas que convergiram para o Aeroporto Kennedy reagiam com ira e desespero à falta de notícias sobre a tragédia. Levadas para um salão, viram a porta abrir-se para o presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton. O que se passou em seguida foi um dos momentos mais fortes dos seus oito anos na Casa Branca. Desacompanhado, ele foi de grupo em grupo, abraçando e confortando as pessoas em voz baixa. Ouviu protestos, cobranças, desabafos. Quando enfim se retirou, o ambiente era apenas de quieta resignação.

Não se pode exigir de chefes de governo convencionais a naturalidade quase sobre-humana com que ele se entrosa com gente do povo, mesmo nos piores momentos, evocando o sentido original do termo grego simpatizar: sentir com. Nas situações de luto coletivo, esse talento dos chefes de governo para a comunhão produz um efeito terapêutico que não se limita aos atingidos mais de perto pelo acontecimento doloroso. Transmite, para toda a sociedade traumatizada, o sinal confortador de que o dirigente maior da nação, além de solidário no sofrimento, é alguém em cujos cuidados se pode confiar. Clinton é um caso à parte, mas agora mesmo outros governantes o imitaram - e não foi pela primeira vez.

Na manhã do último domingo, um ônibus que transportava 50 peregrinos poloneses ao santuário de Notre-Dame de la Salette, perto de Grenoble, a 700 quilômetros de Paris, mergulhou num rio, matando 26 deles. Duas horas depois, ali já se encontravam o primeiro-ministro François Fillon e outros membros do governo francês. Pouco mais tarde, quando chegou ao local, o presidente da Polônia Lech Kaczynski encontrou à sua espera o colega Nicolas Sarkozy. Depois de visitar os sobreviventes hospitalizados, ele anunciou que acompanhará pessoalmente o inquérito sobre o acidente.

Impossível não comparar tais condutas com o sumiço do presidente Lula depois da catástrofe de Congonhas em que morreram 199 pessoas.

Principalmente porque, transmitidas as condolências em rede nacional, após 72 horas de relutância, ele tornou a submergir. Passou o fim de semana trancado na residência oficial e só voltou à tona no programa de rádio das segundas-feiras Café com o Presidente, gravado no seu gabinete. Tornou a dizer, então, o óbvio ululante sobre a impropriedade de se fazer “julgamentos precipitados” sobre a explosão do Airbus da TAM. E, na contramão até do senso comum, considerou “quase irresponsável” que se debatam publicamente as causas da tragédia.

Hoje, o quase emudecido Lula volta à vida normal - à sua maneira, bem entendido. Viaja à noite para o Nordeste, seu reduto por excelência, para um giro por Aracaju, João Pessoa, Natal e Teresina. À época do escândalo do mensalão, o Nordeste era o pouso preferido do presidente. O pretexto, desta vez, é o lançamento de projetos do PAC, o que rende a discurseira para platéias prontas a aplaudir seja lá o que lhes diga o seu ídolo, embora, pelo retrospecto, isso não garanta futuras realizações práticas. O lançamento do PAC na Região Sul, com a presença de Lula nos três Estados da região, estava previsto para a semana passada. Compreensivelmente, foi adiado em razão do desastre da TAM - mas compreensivelmente apenas à luz do seu oportunismo - para depois de 10 de agosto, no regresso de uma viagem ao exterior.

O fato é que, desde a sexta-feira que precedeu a tragédia, quando foi vaiado no Maracanã, o chefe de governo que deixou correr à solta o apagão aéreo, fiel ao princípio de que “a gente faz quando pode, e se não pode deixa como está para ver como é que fica”, parece ter dividido os brasileiros em dois grupos.

De um lado, aqueles junto aos quais procura se reconfortar - certo de que lhe são gratos e não lhe negarão aplausos em quaisquer circunstâncias. De outro, aqueles que, não lhe devendo nada, o aplaudem quando julgam que merece aplausos, mas vaiam quando julgam que merece vaias, como aconteceu na abertura do Pan. Resta saber por quanto tempo Lula evitará as cidades que congregam as parcelas do povo mais críticas do seu desempenho.

NB: Grifos raivosos do RA.

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domingo, 15 de julho de 2007

Recesso do RA

De hoje até o próximo dia 20, o RA - a exemplo dos nossos digníssimos representantes no planalto central - dá um tempo para recarregar as baterias (com muito pão de queijo e doce de leite do Triângulo Mineiro) e refletir sobre o grave problema do aquecimento global e as vaias recebidas pelo Lula na abertura do Pan. Retornaremos devidamente pilhados sexta-feira que vem. Até!

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sábado, 14 de julho de 2007

Emoções baratas

Crônica de Nelson Motta (via e-mail)

A cada semana me prometo não falar mais de políticos, não gastar tempo e neurônios com essa alta ralé de Brasília, inutilmente. Eles são muitos e cada vez mais poderosos, são invencíveis como o tráfico de drogas. Mas não consigo, estou drogado em escândalos e bandidagens de políticos, já não vivo sem eles, percorro avidamente os sites e os jornais em busca de minha dose diária de lixo moral e emoções baratas.

Estou dependente desse prazer perverso de ver expostos ao público e humilhados esses cínicos que nos roubam e nos mentem, que desmoralizam a democracia e a justiça e riem de nossa indignação. Como não há esperanças de punição pela Justiça, pelo menos temos a execração pública desses figurões vaidosos e poderosos, que tem suas vidas, vícios e vísceras revelados a todos, parentes, amantes, filhos e amigos. Já é alguma coisa, uma espécie de justiça instantânea, uma das poucas que nos restam.

O barato do escândalo nos diverte, inebria e vicia, um depois do outro, em doses cavalares, cada vez mais fortes, fazendo salivar as glândulas da vingança contra os que se apoderaram dos nossos melhores sonhos e esperanças e os transformaram em lixo e lama, que nos ignoram e nos afrontam com seus privilégios e sua impunidade.

Estamos nos viciando nessas vinganças simbólicas, pelo ridículo, pelo deboche das piadas e das charges e pela humilhação pública desses bandidos travestidos de representantes do povo. Já que não se pode apedrejá-los, não deixa de ser um progresso civilizatório rir de suas desgraças.

Paulo Francis não acreditava em reencarnação, mas advertia, "se houver, levarei meu ectoplasma para Brasília para infernizar a vida dessa canaille". O ectoplasma de Francis deve estar às gargalhadas.

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Woody Allen começa a filmar em meio a polêmica


A atriz Scarlett Johansson grava uma de suas primeiras cenas

Do UOL Cinema

Um trama amorosa entre um pintor, sua ex-namorada e dois turistas americanos é o eixo do enredo do filme que Woody Allen está rodando em Barcelona, onde crescem as críticas das regalias concedidas pelas autoridades ao diretor.

Segundo o jornal "El Periódico", o cineasta mudou o roteiro original no qual o ator espanhol Javir Bardem encarnava um toureiro e o transformou num pintor que tenta seduzir duas turistas americanas, interpretadas por Scarlett Johansson e Rebeca Hall. A atriz espanhola Penélope Cruz faz o papel da ex-namorada de Bardem, uma moça muito ciumenta.

Na primeira semana, o filme de Allen - que ainda não tem título - foi cercado do mais absoluto sigilo imposto pelo cineasta, ao extremo de nem sequer os atores conhecerem o roteiro definitivo. O filme entra em fase de montagem no próximo dia 23 de agosto, último dia das filmagens.

Apesar do hermetismo, "El Periódico" divulgou neste sábado o argumento da "carta de amor a Barcelona", que Woody Allen "reescreveu por conselho de seus colaboradores catalãos".

Para evitar os tópicos habituais, os assessores aconselharam que o toureiro fosse transformado em pintor. O diretor teve que abrir mão de várias de suas idéias quase fixas, como a de querer rodar rente ao chão da rua em frente à La Pedrera de Gaudí.

Allen também não gosta de filmar a noite, mas acabou cedendo na cena do correfoc (festa de fogos de artifícios barceloneses), já que era impossível fazê-lo de dia, como pretendia o diretor.

Nos momentos de filmagens - os únicos para os quais Allen sai de seu hotel, onde reside com sua mulher, filhos e babás -, o diretor fala apenas com os atores, principalmente Scarlett Johansson, sua atual musa, "com quem gosta de brincar de vez em quando", relatou "El Periódico".

Sempre com seu chapéu verde na cabeça, para se proteger do forte sol da cidade, Woody Allen e sua mulher, Soon Yi, estão hospedados com dois filhos, Brechet e Manzie Tio, em um apartamento do Hotel Arts, que ocupa todo um andar.

Lá também está hospedado seu séquito, formado pelas babás e alguns assistentes. Quando acaba de filmar, Allen volta correndo para o hotel e não quer saber mais nada da cidade até o dia seguinte, quando volta a filmar em locais simbólicos.

"Essa é sua maneira distinta de ver Barcelona", comenta o jornal.

Em entrevistas aos meios de comunicação ou cartas enviadas aos jornais, muitos cidadãos, como também muitos diretores e produtores locais, fazem críticas pelo favoritismo conferido ao diretor americano pelas autoridades da cidade, que fecham ruas, praças e locais turísticos para que o filme possa ser rodado.

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O pior momento do Pan

Estava eu todo emocionado e orgulhoso de ser brasileiro (Brasiiiill!) assistindo ao final da abertura do Pan, quando surge impávida e altaneira (quem? quem? quem?), Daniela Mercury, cantando (vê se pode!!) Cidade Maravilhosa. Deus do céu, tantos meses de ensaio, tantos fogos, tantas luzes, tantas vaias ao Lula, tudo lindo e maravilhoso, para no fim dar nisso? Pô, organização, milhares de cantoras no Brasil e escolhem logo a Daniela Mercury? Ah, mas ela canta bem, tem uma boa voz, uma boa presença de palco... Pode até ser, mas e carisma, simpatia, apelo popular, nada disso importa? Pois eu e toda a galera aqui da redação achamos que sim, e mais: Daniela não preenche nenhum desses requisitos. Ah, eu tô maluco? Me apontem então um único sucesso musical dela comparado a qualquer hit de Ivete Sangalo (só para ficarmos na terra de Caetano e Gil). Na verdade, Daniela Mercury é, já há algum tempo, uma cantora de eventos internacionais. Tem uma feira de turismo na França? Manda a Daniela pra representar o Brasil. Tem um simpósio sobre bio-combustíveis no Canadá? Levem a Daniela! Mas aqui no Rio de Janeiro, no Maracanã, cantando Cidade Maravilhosa e Aquarela do Brasil no encerramento da festa de abertura do nosso tão sonhado Pan? Será que foi um pedido do Lula? Só pode. Acho que ele, já imaginando as vaias que receberia, resolveu sacanear geral. E sacaneou mesmo.

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O melhor momento do Pan

Do blog da Cora:

A cerimônia de abertura do Pan está muito bonita, mas mais bonitas ainda estão as vaias para o Lula.

É por isso que a capital não devia, nunca, ter sido transferida para Brasília, onde a politicalha pode, perfeitamente, ignorar o Brasil.

No Rio, não: ainda não inventaram melhor aferidor de popularidade do que um Maracanã lotado.

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sexta-feira, 13 de julho de 2007

Vaias impedem Lula de anunciar a abertura do Pan














(Fotos das agências Folha, Reuters, UOL e AFP)

Pela primeira vez na história dos Jogos Pan-Americanos, um presidente da República deixa de fazer o anúncio oficial da abertura. Era de se esperar. Desde que chegou ao Maracanã, com meia hora de atraso, Lula foi vaiado a cada vez que seu nome era anunciado nos alto-falantes. Na última parte da cerimônia - belíssima, por sinal, com muitos fogos, luzes coloridas, canções de Tom Jobim, baterias de escolas de samba e, até, orquestra sinfônica -, o presidente de pé, com o microfone na mão, foi obrigado a ceder a honra de declarar oficialmente abertos os Jogos a Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Olímpico Brasileiro. Não se sabe de quem partiu a ordem para mudar o cerimonial: o que se viu (e ouviu) na tevê foram as caras constrangidas dos presidentes Nuzman (COB), Vasquez Raña (Odepa) e Lula (pobre Brasil) diante do som poderoso de uma vaia a 90 mil vozes. Inesquecível. Tanto a presença de heróis e heroínas que nos fazem sentir orgulho de ser brasileiros - Oscar, Hortência, Magic Paula, Vanderlei Cordeiro de Lima, Gustavo Borges e Joaquim Cruz - quanto a revolta popular contra a mentira e os escândalos políticos de cada dia representados na figura do presidente da República. Confesso que gostei. De tudo o que vi e ouvi.

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quarta-feira, 11 de julho de 2007

Tudo (quase) pronto para o PAN














O parque aquático, o restaurante, o velódromo e a Ivete no Engenhão

(Fotos enviadas pelo alcaide Cesar Maia)

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Que país é este?


Chile, Canadá, Argentina ou Alemanha?

Se você escolheu um dos quatro, errou! A foto acima (da RBS) foi feita hoje de manhã em Caxias do Sul, no Rio Grande, tchê!. Graaaaannnnnnnde Brasil!!

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terça-feira, 10 de julho de 2007

Conversa de três amigos aposentados

Piadinha publicada no Ancelmo.com

- O que você tá fazendo na vida, Toninho (ex-executivo da Pirelli)?

- Bem... Eu montei uma recauchutadora de pneus. Não tem aquela estrutura e organização da Pirelli, mas vai indo muito bem.

- E você, José (ex-gerente de vendas da Shell)?

- Eu abri um posto de gasolina. Também não tenho a estrutura e a organização da Shell, mas estou progredindo.

- E você Antônio (ex-alto funcionário do Congresso Nacional)?

- Eu montei um puteiro.

- Um puteiro???

- É, um puteiro! É claro que não é aquela zona toda que é o Congresso Nacional, mas já está dando lucro.

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Novartis expande sua fábrica em Resende

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, disse ontem em Resende, para um auditório de empresários da indústria farmacêutica, que a quebra de patente do medicamento Efavirenz, produzido pelo laboratório Merck Sharp & Dohme e utilizado no tratamento da Aids, foi um "caso circunscrito". O ministério tenta, assim, afastar a desconfiança dos empresários do setor.

- O governo foi obrigado pela intransigência da empresa a tomar essa medida - afirmou o ministro, que participou ontem da inauguração da expansão de duas fábricas da farmacêutica suíça Novartis, uma em Resende e outra em Taboão da Serra (SP).

Na expansão das fábricas, a empresa investiu R$ 223 milhões, com a expectativa de triplicar o volume de exportações até 2012. Serão criados 400 empregos diretos. A Novartis oferece aos programas do governo, sob patente, três medicamentos para os tratamentos da hanseníase, câncer e hipertensão.

Foi a primeira reunião de Temporão com um presidente da indústria farmacêutica depois do decreto assinado pelo presidente Lula, há dois meses, permitindo aos laboratórios brasileiros a produção de um genérico do Efavirenz. Após o encontro com o ministro, o presidente mundial da Novartis, Daniel Vasella, foi recebido, ontem à noite, por Lula em Brasília.

Matéria publicada no Globo Online e editada pelo RA.

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segunda-feira, 9 de julho de 2007

'Eleição das sete maravilhas foi uma farsa'



Da BBC Brasil

Um editorial publicado nesta segunda-feira pelo jornal espanhol El Mundo afirma que a eleição das sete novas maravilhas mundiais - entre as quais figura a estátua do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro - foi uma "farsa em escala global".

O jornal afirma que os espanhóis ficaram "profundamente decepcionados" ao saber que o candidato do país, o monumental palácio muçulmano da Alhambra, na Andaluzia, não receberá o status.

"A explicação é bem simples: a eleição se deu por votos através da Internet e de telefones celulares. O Brasil tem 188 milhões de habitantes, por isso existia um potencial de votantes muito maior que a Espanha ou a Grécia (que concorria com a Acrópole)."

Apesar de considerar alto o número de votos na eleição - 100 milhões, segundo os organizadores - o El Mundo disse que o processo foi "um grande negócio" marcado por "simpatias nacionais".

"O que o organizador Bernard Weber fez não foi divulgar estas grandes maravilhas artísticas do mundo, e sim tirar proveito delas do ponto de vista econômico. O que é incrível é que prefeituras e instituições públicas em todo o mundo tenham se prestado a participar desta farsa global."

"Após o sucesso comercial deste concurso, é certo que dentro de muito pouco tempo serão organizados outros para eleger as sete belezas naturais do mundo ou os onze melhores jogadores de futebol da história", diz o texto.

"O negócio está assegurado, porque o público está ávido por este tipo de espetáculos, baseados nas possibilidades de participação oferecidas pela Internet e as novas tecnologias. Tudo, entretanto, é apenas espelho criado por um gênio de marketing que deve estar rindo do mundo a estas horas", conclui o jornal.

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domingo, 8 de julho de 2007

Um domingo ensolarado e musical


































































Evento realizado no Parque das Águas

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