Já estão à venda os novos cartões-postais Resende de ORo

domingo, 31 de dezembro de 2006

Mais um

Já que os desastres municipais, nacionais e internacionais são inevitáveis (e cada vez mais freqüentes), só nos resta desejar - a todos os fiéis leitores do RA - um Ano Novo sem tragédias pessoais.

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sexta-feira, 29 de dezembro de 2006

Recordar é viver

Violência e Criminalidade no Estado do Rio de Janeiro

Autor: Anthony Garotinho com Luiz Eduardo Soares e colaboradores
Editora Hama, 1998
170 páginas
ISBN: 8586962015

Com muita esperança no futuro do Estado do Rio de Janeiro aceitei o convite de Anthony Garotinho para coordenar a equipe que elaborou o seu plano de governo. São mais de 250 intelectuais e pesquisadores que elaboram um projeto que permitirá mobilizar a população para a construção de uma nova sociedade.

Este livro é parte de nosso programa de trabalho para governar o estado. Com certeza uma parte das mais interessantes, devido à importância do tema. Garotinho cuida do assunto com serenidade, seriedade e faz uma opção clara pela civilização. É o primeiro estudo sério e completo de um assunto que envolve a vida de milhares de pessoas. São páginas de esperança em um tempo em que o medo tomou conta de todos nós.

Texto publicado no site de Luiz Eduardo Soares.

Enviado pelo ex-Blog do Cesar Maia.

Pitaco do RA: O texto acima – que deve fazer parte do prefácio do livro do Garotinho – pode se juntar aos quase 20 minutos que o Jornal Nacional de ontem dedicou aos mais recentes episódios de violência ocorridos na Cidade Tenebrosa. Os valorosos repórteres do JN entrevistaram – entre outras otoridades – o secretário de segurança, o comandante da PM e, claro, a governadora Rosinha Garotinho. Nós aqui do RA ouvimos tudo atentamente e, num grande esforço de síntese, resumimos os principais pontos dos discursos oficiais a respeito das causas da crônica violência carioca: 1) Bla, bla, bla, bla, bla, bla! 2) Bla, blabla, blablablabla, blabla!! 3) Blablabla, blablabla, bla, blabla, blablabla, blablablabla!!!

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quinta-feira, 28 de dezembro de 2006

Bem que o mestre avisou

Imagem surrupiada do Millôr Online

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Menino do Rio, calor que provoca arrepio... (Caetano Veloso)

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Da janela vê-se o Corcovado, o Redentor, que lindo! (Tom Jobim)

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Vai, o teu caminho é tanto carinho para dar...

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Vamos carioca, sai do teu sono devagar...

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... o dia já vem vindo aí e o sol já vai raiar (Carlos Lyra)

(Fotos Reuters, EFE e Agência Folha)

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quinta-feira, 21 de dezembro de 2006

Últimos dias



Só hoje e amanhã no Teatro SENAC às 20:30 horas

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domingo, 17 de dezembro de 2006

Barbaridade, tchê!



O Inter ganha do Barça e é campeão mundial
(Foto AFP)

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Daiane é ouro no Mundial de ginástica artística
(Foto Reuters)

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E Ronaldinho, mesmo perdendo, é vice-campeão mundial
(Foto Reuters)

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sábado, 16 de dezembro de 2006

Tendenciosos tradutores globais

Assisti ontem no Jornal Nacional - e também no Jornal da Globo - uma matéria sobre a entrevista que os pilotos americanos do Legacy deram a um dos principais telejornais dos EUA. Nos dois horários, a manchete foi a mesma: "Pilotos americanos são tratados como heróis na televisão americana". Muito bem. No Jornal Nacional, eu apurei os ouvidos para conferir o que dizia o jornalista (âncora) americano por baixo da voz da Fátima Bernardes e, no Jornal da Globo, confirmei o que tinha ouvido. E o que eu ouvi foi exatamente isso:

- Someone would even say you're heroes (alguém até diria que vocês são heróis)...

Isso depois do âncora perguntar se os pilotos tinham realmente certeza de não terem cometido nenhum erro durante o vôo que resultou na colisão e na queda do avião da Gol no dia 29 de setembro. Diante da enfática resposta de que eles apenas seguiram o plano de vôo estabelecido por nossos controladores, o jornalista comentou que há quem os veja como heróis por terem salvo a vida de quatro pessoas, depois de conseguir (sem comunicação nenhuma) pousar o jatinho avariado numa pista escondida no meio da floresta.

Assim sendo, a manchete global é absolutamente tendenciosa e men-ti-ro-sa!! Aliás, nessa mesma matéria, para reforçar a acusação (implícita) de que os pilotos americanos são responsáveis pela maior tragédia da aviação brasileira, um delegado da Polícia Federal afirmou que as gravações da caixa preta do Legacy confirmam que eles têm uma parcela de culpa no acidente. E aí, faltou um bom repórter para perguntar:

1) De quanto seria essa parcela de culpa dos pilotos americanos: 10%, 50%, 80%?

2) E a outra parcela - supostamente dos nossos controladores de vôo - seria maior ou menor?

3) Por que - depois de quase três meses do acidente - não sabemos os nomes desses controladores de vôo e por que, à exemplo dos pilotos americanos, eles ainda não foram indiciados?

4) Finalmente, se o conteúdo das caixas pretas (do Legacy e do Boeing) realmente incrimina os americanos, por que ainda não foi divulgado?

Diante de tudo isso, alguém poderia dizer: esse sujeito do RA está fazendo de tudo para livrar a cara dos americanos e culpar os brasileiros pela morte de 154 pessoas. Ao que eu responderia:

- Estou fazendo de tudo para que a verdade prevaleça acima dos interesses políticos que estão por trás das investigações do acidente. Assumir a culpa dos controladores de vôo é assumir a ineficiência das pessoas e a precariedade dos aparelhos responsáveis pelo tráfego aéreo nos céus do Brasil, o que, convenhamos, não é de interesse de ninguém no governo federal. Muito mais fácil é jogar a bomba no colo de dois jovens pilotos americanos que deram o imenso azar de estarem no lugar errado, na hora errada, no país errado.

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sexta-feira, 15 de dezembro de 2006

Congressistas brasileiros são os mais bem pagos do mundo

Matéria da BBC Brasil

O aumento no salário de deputados e senadores brasileiros, aprovado na quinta-feira, consolida os congressistas brasileiros como "os mais bem pagos do mundo", segundo reportagem publicada nesta sexta-feira no diário espanhol El País.

"Os deputados justificaram o aumento de 100% dizendo que não podem ganhar menos que um membro do Supremo, que ganha exatamente R$ 24.600", diz a reportagem, observando que "há alguns dias, o Congresso aumentou em 8% o salário mínimo, que passou de R$ 350 para R$ 375".

O diário argentino La Nación também tratou do tema, dizendo que "os legisladores brasileiros tornaram realidade o sonho de um grande aumento salarial, mas somente para eles".

A reportagem cita um estudo de uma organização não-governamental para dizer que "somando gastos de gabinete, transporte e outros benefícios, um legislador brasileiro custa aos cofres do Estado aproximadamente US$ 50 mil por mês" e que, como o aumento se transfere automaticamente para deputados estaduais e vereadores, "representará ao Estado brasileiro um aumento de gasto de US$ 800 milhões ao ano".

A reportagem lembra que o aumento salarial foi aprovado em meio às discussões para a reeleição dos presidentes da Câmara dos Deputados, Aldo Rebelo, e do Senado, Renan Calheiros. "Ontem, após o aumento, a reeleição era considerada certa", diz a reportagem.

Pitaco do RA: Patriotas de todo o Brasil (sil sil!), ufanem-se: batemos mais um recorde mundial!!! Aos canalhas do Planalto Central que legislam em causa própria, nossos sinceros parabéns! Nunca se roubou tanto - e tão impunemente - na vergonhosa história desse imenso país de safados.

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Um livro jamais deixará você na mão


Do lado direito, a mensagem: 'Esta página não pode ser exibida'

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Os grandes inimigos dos teclados convivem bem com os livros

(Fotos publicadas no site Boing Boing)

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As conseqüências políticas do apagão aéreo

Texto recebido - pelo ex-Blog do Cesar Maia (via e-mail) - de importante Brigadeiro da Aeronáutica:

01. Um dos inquestionáveis atributos do ministro Valdir Pires é a incompetência. Nem o fato de ter sido Procurador da República com Jango gera memória. Como empresário foi dono de uma pedreira no Rio, cujo principal produto era a poluição ambiental. Sua passagem pelo governo da Bahia foi lastimável. E pior: saiu fugindo do desastre e se candidatou a vice de Ulysses em 1989. Como Controlador Geral da República, enquanto passavam sob seus olhos os vampiros, mensaleiros e sanguessugas, ele se dedicou a perseguir prefeitos de municípios do interior, em geral de estados - e partidos - de desafetos do governo federal.

02. Mas seu passo maior, que consagra a sua, digamos, errática carreira, foi a nomeação para Ministro da Defesa. Em muito pouco tempo conseguiu dois feitos impensáveis: desmoralizar o Ministério da Defesa e atingir - pela primeira vez na história - a credibilidade técnica do Ministério da Aeronáutica.

03. A criação do Ministério da Defesa ocorreu depois de vencidas enormes resistências. Para se ter uma idéia disso, basta lembrar que esta foi a razão de fundo para que o projeto de constituição proposto pela Comissão Arinos, não pudesse servir de documento base para a Constituinte de 1987-1988. A gestão civil, alegavam muitos militares, teria duas conseqüências. Uma, o desprestigio dos chefes militares. A outra, as restrições que viriam ao desenvolvimento técnico-científico nas forças armadas. Lembre-se que à Marinha o país deve a fundação da pesquisa em informática e energia nuclear. Ao Exército deve a substituição de importações de material bélico, a defesa ambiental como fator estratégico, o Projeto Rondon de integração e a revolução na educação física (o que inclui o futebol com a equipe dos capitães de 1970). São apenas exemplos.

04. E finalmente a Aeronáutica, cujo maior exemplo de eficácia tecnológica é a Embraer, que saiu de suas linhas de pesquisa e produção. Durante muitos anos, ITA foi sinônimo - quase único - de estudo e pesquisa na área de tecnologia e meta de tantos estudantes destacados e pós-graduados.

05. É exatamente a credibilidade da Aeronáutica, como vetor de respeitabilidade técnica, que o ministro Valdir Pires está desintegrando. O governo soube fazer obras civis nos aeroportos. Afinal, no mínimo, ficam mais bonitos. Permitem que o presidente Lula - chefe do lerdo ministro - inaugure cada reforma com um comício e muitos aplausos. Os aeroportos criaram áreas de publicidade de todos os tipos e se transformaram em veículos da propaganda oficial. Bilhões foram gastos com obras civis e provavelmente tiveram o retorno eleitoral generoso na forma de recursos.

06. Mas investimentos em expansão, atualização e desenvolvimento tecnológico no fundamental setor de controle de vôos, nada, absolutamente nada foi feito. Fundamental pela gestão do fator tempo. Fundamental pela segurança de todos, passageiros e tripulações. Fundamental por razões de segurança, interna e externa, das fronteiras aéreas, sempre invadidas. Nada! Nada foi feito! Entende-se: não dá para fazer comício nem beijar criancinha.

07. O que estarreceu nas primeiras entrevistas do lerdo ministro foi ele não saber de nada, nada, nada! Nem o que estava havendo nem quanto se tinha - ou não - investido. Sempre com seu sorriso quase idiota e sua palavra suave como um creme de pele para aparentar calma.

08. O pior sobrou para os representantes da Aeronáutica, não treinados na arte de simular pela TV. E não tardaram a exonerar um ou outro oficial levando à TV e à percepção popular a idéia de que a responsabilidade de tudo foi da Aeronáutica.

09. Conseqüências das trapalhadas do lerdo ministro: 1) o questionamento da necessidade do Ministério da Defesa; 2) um golpe na credibilidade da Aeronáutica. E lá de cima - do Aerolula - e do alto de seus cabelos brancos, Lula se dirige aos passageiros como na velha piada do suicida que saltou do vigésimo andar, passando pelo décimo:

- Até aqui, tudo bem!

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segunda-feira, 11 de dezembro de 2006

Morte do Pinochet?



Sou muito mais a nossa monumental Gisele Bündchen...

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... bem à vontade numa praia do Caribe

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Mais precisamente na ilha francesa de Saint-Barthélemy

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Onde tudo - no ótimo sentido! - é permitido

(Fotos publicadas no UOL Tablóide)

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sábado, 9 de dezembro de 2006

Pergunta inevitável do RA

Uma Aeronáutica que não consegue controlar o espaço aéreo de um país serve mesmo para quê?

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sexta-feira, 8 de dezembro de 2006

26 anos sem John



O eterno Beatle retratado por Andy Warhol

Norwegian Wood

I once had a girl or should I say she once had me;
She showed me her room, isn't good? Norwegian Wood.

She asked me to stay and she told me to sit anywhere;
So I looked around and I noticed there wasn't a chair.

I sat on a rug, biding my time, drinking her wine;
We talked 'til two and then she said "it's time for bed".

She told me she worked in the morning and started to laugh;
I told her I didn't and crawled off to sleep in the bath.

And when I awoke, I was alone, this bird had flown;
So I lite a fire, isn't good? Norwegian Wood.

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O melhor programa do fim de semana



Hoje e amanhã, às 20:30h, no Teatro SENAC

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segunda-feira, 4 de dezembro de 2006

O drama do governo Lula em 2007

Do Ex-Blog do Cesar Maia (via e-mail)

Parece absolutamente irracional Lula insistir para ter uma ampla base de apoio com vários partidos. Parece! Afinal quanto maior a base num quadro multipartidário inorgânico como o brasileiro, menor a chance de aprovar novas leis que tenham cheiro de reformas. O que um apóia, o outro rechaça. Com esta base não haverá nem reforma política, nem tributária, nem previdenciária, nem trabalhista, nem nada substantivo. Será uma rolagem do feijão com arroz.

Parece! Bem, uma base tão ampla é pelo menos defensiva. Ou seja, não passa nada que Lula não queira. Mas se é para não passar nada além de abobrinhas, para que ter o custo político com todos os riscos cleptocráticos incorporados?

Parece! Parece mas não é. Vejamos:

No ano de 2007 termina a CPMF e termina a autorização para desvinculações do gasto publico (saúde, educação, ...), a DRU. Só que ambas são emendas constitucionais. Ou seja, requerem para serem prorrogadas 60% dos votos efetivos. O valor estimado alcança 30 bilhões de reais para a CPMF e um desvio de gasto de outros 30 bilhões, o que exigiria deslocar gastos de programas atuais.

O poder de fogo dos governadores e da oposição neste momento será muito grande. Dirão os governadores:

- Mas se o governo federal quer desvinculação, nós queremos também.

Os prefeitos não ficarão atrás. Dirão os deputados e governadores ao descobrirem o poder que têm:

- Bem, se ele quer rolar a CMPF o que sobra para nós? Por que não criar uma porcentagem vinculada a estados e municípios, nos moldes do IR e IPI?

Dirá a sociedade:

- Mas esta CPMF é tão irracional (só serve como imposto fiscalizador), por que não reduzir a alíquota exatamente à mesmíssima coisa que o PT propôs e tentou emendar em 2002, que terminava a arrecadação e ficava a função fiscalizadora? Ou por que não poder abatê-la de outros tributos recolhidos pelas empresas e pessoas?

Mas há um drama a mais. No caso da CPMF, ou se vota até agosto ou não entra em janeiro de 2008. Essa é a razão de fundo desta base tão ampla quanto irracional. Lula não quer saber de reforma nenhuma. Quer saber do dinheiro da CPMF e da liberdade para continuar gastando em qualquer lugar deixando as vinculações para o próximo governo.

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domingo, 3 de dezembro de 2006

Da série 'Perguntas Inevitáveis do RA'

Por que o Murílio Benício está imitando o Evandro Mesquita (a voz está idêntica!) na nova bobagem das sete?

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sexta-feira, 1 de dezembro de 2006

'Turistas' detona o Brasil

Otacílio Rodrigues, crítico de cinema improvisado do RA

Estréia hoje nos Estados Unidos, um filme que vai dar o que falar - no Brasil! "Turistas" (este é o título original, assim mesmo em português) tem um enredo fraquinho, nenhum ator ou atriz famosos, mas promete fazer um estrago sem precedentes na imagem já bastante arranhada do Rio de Janeiro, principal destino turístico dos estrangeiros que visitam o nosso glorioso país tropical.

A historinha de "Turistas" é mais ou menos assim: dois jovens casais americanos chegam de férias ao Rio e, como não poderia deixar de ser, seguem direto para uma das muitas praias outrora limpas, outrora seguras da hoje Cidade Tenebrosa. Como as cenas do trailer passam em ritmo frenético, dá só pra imaginar que a praia escolhida esteja entre a Barra da Tijuca e Grumari. Logo uma das moças começa a tirar a roupa e avisa ao namorado que vai fazer topless, coisa mais que normal no Brasil (se ela soubesse que ainda estamos a anos-luz da descontração da Riviera Francesa ou das ilhas gregas...).

Um corte brusco e o animado quarteto já está numa festinha em algum lugar próximo à praia, onde tomam todas, dão bandeira e caem facilmente no golpe do "Boa Noite Cinderela". Na manhã seguinte, acordam deitados na areia e descobrem que ficaram sem dinheiro, cartões de crédito e passaportes. Aí, pegam uma trilha no meio do mato, andam o dia inteiro, passam por um lugar parecido com a Cidade de Deus e chegam a um casebre abandonado, onde resolvem passar a noite (que belo roteiro, hein?).

De madrugada, vêem uma luz através do vidro da janela e aquilo que parecia ser o facho de uma lanterna se transforma, de repente, no refletor de um centro cirúrgico. Começa, então, o martírio dos turistas, vítimas de uma quadrilha de traficantes de órgãos humanos. Amarrada à mesa de operação, uma das jovens grita desesperada que quer voltar para casa, enquanto os "médicos" fazem o seu serviço, aparentemente, sem anestesia. Nas cenas finais do trailer - que pode ser visto aqui -, parece que todos são jogados em um precipício, enquanto letreiros anunciam: "as férias acabaram".

Conclusão do RA: Tá certo, os gringos pegaram pesado, isso não é coisa que se faça com um país (principalmente com o nosso país), mas, cá pra nós, tudo o que está no filme já aconteceu por aqui. Todos sabemos que turistas são assaltados diariamente no Rio de Janeiro, que muitos já foram mortos e que tráfico de órgãos humanos é um assunto que, vira e mexe, está nas páginas dos jornais (confira aqui). E como, apesar de todas as desgraças, ainda insistimos na tese de que vivemos no País da Alegria, reino do samba, do carnaval e do futebol, é bom que de vez em quando alguém levante o tapete e mostre a grossa sujeira que tem por baixo. Aos patriotas indignados, uma boa vassoura de piaçava!

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Olha o Brasil aí, gente!


Hoje nos cinemas americanos

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Este é o lugar!

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Parece o paraíso

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Parece férias

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Mas num país onde tudo é permitido...

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Tudo pode acontecer

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A única coisa pior do que não saber onde você está...

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É não saber se vai sobreviver

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'Socorro!!! Quero voltar pra casa!'

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