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domingo, 29 de outubro de 2006

Lula de novo por culpa do povo

Publicado no Blog do Reinaldo Azevedo

Eu não tenho o menor interesse na opinião do povo. Quase sempre ele está errado. Aliás, a opinião de muito pouca gente me interessa. A democracia sempre foi salva pelas elites e posta em risco justamente pelo “povo”, essa entidade. Vai acontecer de novo. Lula, reeleito, tende a levar o país para o buraco. E uma elite política terá de ser convocada para impedir o desastre.

O “povo”, nos assuntos realmente importantes, não apita nada. É uma sorte! Aqui e no mundo inteiro. Não apitou quando se fez o Plano Real. Ou nas privatizações. Teria votado contra a venda da Telebrás ou da Embraer. Junto com Lula. Estaríamos sem telefones e sem produzir aviões.

Pitaco do RA: Assino embaixo e acrescento: o mesmo "povo" que reelegeu Lula, também elegeu (ou reelegeu) Valdemar Costa Neto, Pedro Henry, José Genoino, João Paulo Cunha, o cantor de forró Frank Aguiar, Clodovil, Enéas, José Roberto Arruda, Antônio Palocci, Celso Russomano, Sandro Mabel, José Mentor, Paulo Rocha, Vadão Gomes e, calamidade das calamidades, Jader Barbalho, Fernando Collor e... Paulo Maluf!

Brasília é o que somos, o Congresso é o que somos, Lula é o que somos. E, por isso, merecemos o lugar que a História nos reservou.

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sexta-feira, 6 de outubro de 2006

Feijoada à la grega

Crônica de Nelson Motta (via e-mail)

Chega de hipocrisia. Vamos seguir o exemplo da Grécia, berço da cultura e da democracia, que, por amor à verdade e aos números (e para entrar na UE), decidiu incluir o contrabando, a prostituição, as propinas, a pirataria, o tráfico, a lavagem de dinheiro, o mercado negro, o caixa 2, ou seja, tudo que o "nosso Delúbio" chamaria de recursos não-contabilizados, no cálculo do Produto Interno Bruto, que é o conjunto de toda as riquezas produzidas pelo país no ano. Afinal, se dinheiro não tem cor, raça ou ideologia, PIB precisa de bons antecedentes?

Se essas riquezas foram produzidas legal ou ilegalmente é um detalhe que não compromete o fato econômico. Essa montanha de dinheiro, ainda que sujo, foi produzida, existe realmente, entrou na roda, comprou bens, pagou salários, acabou até pagando impostos indiretamente. A Grécia acredita que, com esses critérios honestos e sinceros, o PIB do país pode aumentar nominalmente em 10%.

Imaginem o Brasil! Com certeza nosso PIB vai dar um salto espetacular e se aproximar do que realmente é. Ninguém mais vai se alarmar com o tamanho da dívida pública em relação ao PIB. Os cálculos de renda per-capita e programas sociais terão que ser refeitos. O que dirão investidores e economistas diante dos novos números? Provocarão um afrouxamento da política fiscal? Um aumento de investimentos e gastos públicos? Quem sabe até uma diminuição da carga tributária?

Mas diante dos números eloqüentes da verdade, o que seria mais vergonhoso: o crescimento ridículo do nosso PIB de fachada, penúltimo da pobre América Latina, só maior que o do Haiti, ou o novo PIB ampliado, incluindo as nossas incomensuráveis riquezas não-contabilizadas?

Ou a diferença entre os dois?

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quinta-feira, 5 de outubro de 2006

Deu no New York Times



Jornalista conta como sobreviveu ao acidente aéreo

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Colidindo com a morte a 37 mil pés. E sobrevivendo

Joe Sharkey, do New York Times

Era um vôo confortável, rotineiro. Com o quebra-sol da janela fechado, eu estava descansando em meu assento de couro a bordo de um jato executivo de US$ 25 milhões, voando a mais de 11 mil metros acima da vasta floresta tropical Amazônica. Cada um dos sete a bordo do jato para 13 passageiros estava na sua.

Sem aviso, eu senti um solavanco e ouvi uma forte batida, seguida por um silêncio assustador, exceto pelo zunido dos motores. E então vieram as três palavras que nunca esquecerei. "Fomos atingidos", disse Henry Yandle, um outro passageiro que estava em pé no corredor perto da cabine do jato Legacy 600 da Embraer. "Atingidos? Pelo quê?" me perguntei. Eu levantei o quebra-sol. O céu estava claro; o sol baixo no céu. A floresta tropical parecia não acabar mais. Mas lá, na extremidade da asa, se encontrava uma aresta dentada, talvez de 30 centímetros de altura, onde uma winglet (ponta da asa) de 1,5 metro devia estar.

E assim começaram os mais angustiantes 30 minutos da minha vida. Me diriam várias vezes nos dias seguintes que ninguém jamais sobreviveu a uma colisão no ar. Eu tinha sorte de estar vivo - e apenas posteriormente é que tomaria conhecimento de que 155 pessoas, a bordo do Boeing 737 em um vôo doméstico que aparentemente se chocou conosco, não estavam.

Os investigadores ainda estão tentando descobrir o que aconteceu, e como - por algum milagre - nosso jato menor conseguiu se manter no ar enquanto o 737 que era mais longo, mais largo e três vezes mais pesado caiu do céu verticalmente. Mas às 15h59 da tarde da última sexta-feira, tudo o que pude ver, tudo o que sabia, era que parte da asa tinha sido perdida. E estava claro que a situação piorava rapidamente. A borda da asa estava perdendo rebites e começando a se desfazer.

Para ler o restante dessa matéria - publicada hoje na primeira página do jornal The New York Times -, clique aqui.

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Livros que gostaria de ver



Na 58ª Feira Internacional do Livro de Frankfurt
(Foto EFE)

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segunda-feira, 2 de outubro de 2006

Boca de Cena premiado pela Funarte

De Virgínia Calaes (enviado por Lu Gastão)

O Grupo de Teatro Boca de Cena, de Resende, acaba de ser selecionado para receber o Prêmio Myriam Muniz de Fomento ao Teatro, concorrendo com inúmeros grupos e companhias teatrais dos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo. Instituído, em 2005, pela Fundação Nacional de Arte – FUNARTE, com a finalidade de fomentar a atividade teatral em todo o país, o Prêmio Myriam Muniz tem por objetivo apoiar, financeiramente, a produção de grupos independentes de teatro e a consolidação de companhias já existentes.

Os critérios básicos usados pela comissão julgadora, para selecionar os projetos a serem contemplados com o prêmio da FUNARTE, foram: excelência artística do projeto; qualificação dos profissionais envolvidos; diversidade cultural e regional do projeto; e o histórico do Grupo.

O prêmio recebido pelo Grupo Boca de Cena vai financiar parte da produção da peça “Te amo nesta escuridão”, monólogo de autoria do dramaturgo resendense, produtor e roteirista de cinema, Luiz Arnaldo Gastão, que será encenado pelo ator e músico Eduardo Arbex, também de Resende. A produtora cultural e atriz, Carla Biolchini, assina a produção executiva e direção de arte do espetáculo, que terá trilha sonora do músico francês radicado em Penedo, Bernard Fines.

Pitaco do RA: Grande Lu!!! Parabéns, parabéns, parabéns! À você e aos magnânimos integrantes do Boca de Cena. Uma grande vitória de Resende e, particularmente, de todos os malucos que insistem em viver de arte no inabalável Reino da Maracutaia.

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O próximo presidente do Brasil



Geraldo Alckmin atropela o Ibope e vai ao segundo turno
(Foto Reuters)

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domingo, 1 de outubro de 2006

Os meus candidatos

Presidente: Geraldo Alckmin (voto útil e estratégico - em condições de igualdade, sou Cristovam Buarque desde criancinha);

Governadora: Denise Frossard (Sérgio Cabral NÃO!!)

Senadora: Jandira Feghali (chega de Chico Sobrinho no Congresso!);

Deputado Federal: Fernando Gabeira (sempre);

Deputado Estadual: Fernando Menandro (o nosso melhor político).

Amén!

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Obrigação cumprida


Tranqüilidade nas seções eleitorais

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Passeio dominical em meio à sujeira deixada pelos candidatos

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Parada estratégica para o saboroso expresso do Graal

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Atravessando o Buraco do General

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